quarta-feira, 29 de abril de 2015

OFENSIVA CONTRA O SUSPEITO SILÊNCIO DA "ZELOTES"





INICIADA OFENSIVA CONTRA SUSPEITO SILÊNCIO DA ZELOTES

"Deputado relator da subcomissão especial da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, criada para acompanhar o caso, "tenta romper o muro de silêncio que se vai construindo em torno da Operação Zelotes", diz Tereza Cruvinel, colunista do "247". Ele terá um encontro com o procurador Frederico Paiva e com o delegado Marlon Cajado, da Polícia Federal, responsáveis pelas investigações do megaesquema de corrupção no CARF, em busca de informações. Segundo a jornalista, deputados da subcomissão suspeitam que eles "venham enfrentando dificuldades para prosseguir com as investigações. Já tiveram pedidos de quebra de sigilo e de prisões preventivas negadas pelo Judiciário, por exemplo" e "por isso vem crescendo, na Câmara, a defesa da instalação de uma CPI Mista do CARF"

Por Tereza Cruvinel

Tentando romper o muro de silêncio que se vai construindo em torno da Operação Zelotes, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), relator da subcomissão especial da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, criada para acompanhar o assunto, deve encontrar-se [esta semana] com o procurador Frederico Paiva, responsável pelas investigações do megaesquema de corrupção montado no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Receita Federal.

Embora o deputado tenha evitado confirmar, fontes da subcomissão dizem que ele terá encontro com o procurador e também com o delegado Marlon Cajado, da Polícia Federal, em busca de informações sobre o desenvolvimento das investigações, que envolvem o pagamento de propinas por dezenas de grandes empresas para obter anulação ou redução de cobranças tributárias. As perdas da União já foram estimadas em R$ 6 bilhões e podem chegar a R$ 19 bilhões. As investigações transcorrem sob sigilo de Justiça, o que impede que a sociedade tome conhecimento das falcatruas, diferentemente do que ocorre com a Operação Lava-Jato, que tem "todas" [sic] as suas descobertas divulgadas 
[só  as que atinjam o governo federal, direta ou indiretamente].

Deputados da subcomissão suspeitam que o delegado e o procurador venham enfrentando dificuldades para prosseguir com as investigações. Já tiveram pedidos de quebra de sigilo e de prisões preventivas negadas pelo Judiciário, por exemplo. Por isso, vem crescendo, na Câmara, a defesa da instalação de uma CPI Mista do CARF. Tanto na Câmara como no Senado o número máximo de CPIs simultâneas já foi atingido, mas haveria espaço para uma CPMI. Nesse sentido, Pimenta deve também buscar o apoio do presidente do Senado, Renan Calheiros, apostando que, em sua rota de colisão com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ele poderia apoiar a instalação da CPI mista. A ver."

FONTE: escrito por Tereza Cruvinel no portal "Brasil 247" (http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/178739/Pimenta-lan%C3%A7a-ofensiva-contra-sil%C3%AAncio-da-Zelotes.htm). [Título e trechos entre colchetes acrescentados por este blog 'democracia&política'].

COMO O JUIZ MORO FESTEJARÁ O 1º DE MAIO ?




Como festejará o 1º de maio o juiz Moro?

Por ION DE ANDRADE 

"O 1º de maio é uma data sagrada para os trabalhadores, marca o massacre de 10 trabalhadores americanos na primeira greve geral maciça da história, quando, em 1886, 500.000 pararam em Chicago. É, pois, uma sexta-feira santa, dia de massacre de inocentes.

O juiz Moro vem escrevendo biografia das mais interessantes para os historiadores do futuro, por ela comparecerá, como intuo, como um mau exemplo para o judiciário. Em breve, sofrerá ação no CNJ por abuso de poder, provavelmente sem qualquer resultado, o que produzirá perplexidade nos estudiosos dessa nossa pré-história.

Senão, vejamos;

À frente da "Lava Jato", notabilizou-se com os seguintes atos e fatos: 

---Prendeu o tesoureiro do PT, João Vaccari, porque esse último arrecadou dinheiro para o PT, vindo de empresas implicadas na Operação Lava Jato. O mesmo ocorreu com outros tesoureiros. As empreiteiras doaram igualmente para partidos de oposição. Para o PT, os recursos foram contaminados pela ação dessas empresas nas operações com a estatal, para os demais não;
Vaccari foi preso no dia das últimas manifestações de rua dos trabalhadores contra as terceirizações e contra a bancada patronal;


---Autorizou que o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, outro investigado na Lava Jato, respondesse ao processo em liberdade. Ele foi o único delator a citar o nome do ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) como beneficiário do esquema de corrupção. Ele revelou ter repassado R$ 1 milhão em propina ao tucano a pedido do doleiro Alberto Youssef;

---Prendeu Marice Correa Lima, cunhada de Vaccari “por engano” e, reza a lenda, que não se desculpou...;

 
---A senhora Moro é assessora jurídica de Flávio José Arns, Vice do Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) e ele não se considerou suspeito ou impedido de julgar políticos inclusive do partido que emprega a sua esposa;

---Recebeu prêmio de “Personalidade do Ano” [o dúbio "Faz Diferença"] da "Rede Globo", empresa claramente alinhada à oposição e envolvida com sonegação fiscal;

Tudo isto significa que o juiz Moro não se preocupa em ser ou não reconhecido pela isenção e pela sobriedade.

Na "Globo", atribuiu ao trabalho articulado com o Ministério Público os bons resultados obtidos na Lava Jato... Disse [confessou] ele ao "G1": "O prêmio na verdade não é para mim, existe um trabalho coletivo que envolve o Ministério Público, a Polícia Federal, a Receita Federal”... Na verdade, a Justiça e o Ministério Público NÃO PODEM ter trabalho coletivo, coordenado ou articulado, assim como seria inaceitável que a Justiça pudesse ter trabalho coletivo com os advogados de defesa...

Uma ação articulada entre Justiça e Ministério Público atua em detrimento do réu, que já dá entrada condenado. Essa prática revela parcialidade a priori, incompatível com o exercício da magistratura; por ela, a Justiça e o Ministério Público assumem o mesmo papel acusatório.

O que há de errado em prender Vaccari Neto no dia dos protestos dos trabalhadores contra as terceirizações ou de, enquanto juiz federal de caso que envolve partidos políticos, aceitar prêmio de emissora alinhada à oposição e sonegadora? Nada prova que Vaccari tenha sido preso no dia das manifestações propositadamente para humilhar os trabalhadores, poderia ter sido apenas por coincidência... E nada prova que receber prêmio da maior representante da mídia oposicionista signifique adesão à oposição. No entanto, ELE deveria ser o primeiro interessado em evitar o espetáculo desse teatro de ambiguidades, mas não, em vez disso o sustenta.

Então, o juiz Moro ultrapassou o que deve ser a atitude de um magistrado: a imparcialidade explícita e ostensiva. Ser imparcial e parecer imparcial. E produz nos réus, não o que a justiça preconiza, mas o que Dante escreveu no frontispício do Inferno: “Deixai toda esperança, vós que entrais”.

Na minha hipótese, baterá nos trabalhadores no dia 1º de maio próximo com decisão punitiva sobre alguma personalidade ligada à esquerda. Explicitará mais uma vez uma justiça inquisitorial e ideológica, incompatível com o Estado de direito vigente no Brasil e com a República.

Obviamente que o meu artigo pretende, com essa óbvia profecia, refrear uma intenção em nada difícil de prever de que golpeará a classe trabalhadora no primeiro de maio vindouro, e o faço por tratar-se de uma sexta feira santa, dia de massacre de inocentes.

(Finalmente deixo esse link surpresa para os que continuam confiando no Brasil.
http://m.migalhas.com.br/quentes/217918/cinco-licoes-sobre-a-vida-e-o-di...)

FONTE: escrito por Ion de Andrade e publicado no "Jornal GGN"  (http://jornalggn.com.br/fora-pauta/como-festejara-o-1%C2%BA-de-maio-o-juiz-moro-por-ion-de-andrade).

"GLOBO": UMA HISTÓRIA PELA METADE




Globo: Uma história pela metade


Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

"Os 50 anos da TV Globo foram lembrados ao longo da semana que passou e celebrados no domingo (26/4), com uma festa para centenas de funcionários no Rio de Janeiro. As inserções de um quadro especial no Jornal Nacional, comandado pelo apresentador e editor William Bonner, serviram para apresentar em doses diárias um resumo da história da emissora, com destaque para alguns episódios controversos em que foi protagonista.

Na terça-feira (21/4), por exemplo, Bonner personificou o mea culpa da Globo por haver tentado ocultar, em 1984, o comício que marcou, em São Paulo, a campanha pelas eleições diretas para presidente da República. A reportagem sobre a manifestação foi aberta, na ocasião, por Marcos Hummel, então âncora do Jornal Nacional, com o seguinte texto: “Um dia de festa em São Paulo. A cidade comemora seus 430 anos com mais de 500 solenidades. A maior foi um comício na Praça da Sé”. Quem estava lá sabia que aquele era um protesto contra a ditadura, pelas eleições diretas, realizado sob ameaça das forças de segurança – e não uma festa de aniversário.

No dia seguinte, foi a vez de tratar da manipulação que ajudou a eleger Fernando Collor de Mello na disputa contra Lula da Silva, na eleição presidencial de 1989. Na ocasião, a Globo concedeu um minuto e meio a mais para Collor, com um texto tendencioso no qual escondeu os melhores argumentos de Lula no debate da noite anterior e exibiu seu oponente como um estadista. Na revisão histórica da semana passada, tudo não passou de "um erro de edição", e um compungido Bonner lamentou a “falta de equilíbrio” daquela cobertura.

Mas, fora do quadro mágico da tela, a verdade é que a história da emissora está recheada de atos de má-fé e manipulações.

Embora se possa dizer que a mais poderosa rede brasileira de televisão se tornou um pouco mais sutil em sua interpretação da realidade nacional, não há como fugir ao fato de que segue produzindo diariamente exemplos de um jornalismo tendencioso que ancora o conteúdo claramente partidário dos outros grandes veículos de comunicação.

O socorro do BNDES

Como o bicheiro que precisa comprar um título de comendador quando chega à maturidade, a Globo tem necessidade de corrigir, eventualmente, sua trajetória, para que a mão da História lhe seja leve. No entanto, essa espécie de autocrítica conduzida em tom de convescote ao longo da semana não tem peso e seriedade suficientes para um registro nos arquivos do jornalismo, digamos, mais sério.

Essa função foi cumprida, na sexta-feira (24/4), em uma longa entrevista concedida ao jornal Valor Econômico (ver aqui) pelos principais acionistas do Grupo Globo, os irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho, a uma dupla insuspeita de jornalistas, Matías Molina e Vera Brandimarte.

Além disso, o jornal que pertence ao Grupo Globo em parceria com o Grupo Folha também publica uma reportagem sobre bastidores da poderosa organização, com destaque para o processo de reestruturação financeira que evitou sua falência no começo deste século.

Matías Molina, veterano jornalista que ajudou a formar alguns dos melhores repórteres brasileiros de Economia nas últimas décadas, é autor do livro "Os Melhores Jornais do Mundo" e lançou recentemente o primeiro volume da trilogia "História dos Jornais no Brasil". É com esse currículo que ele conduz a retrospectiva dos 50 anos da Globo no Valor.

Mas a leitura da entrevista decepciona em alguns aspectos: a história controvertida da maior potência da imprensa latino americana fica diluída em meio a uma conversa amena à qual faltou rigor crítico. As perguntas servem como alavancas para os irmãos Marinho amenizarem o papel decisivo da empresa em episódios polêmicos da história nacional.

Um de seus momentos mais importantes – o processo de recuperação financeira ocorrido entre 2002 e 2006 – passa quase em branco. Questionado sobre aquele período, quando a empresa teve que vender parte da rede, livrou-se do controle das operadoras Sky e Net e foi socorrida pelo BNDES, os entrevistadores se satisfazem com a resposta de Roberto Irineu Marinho, de que a situação foi resolvida “sem recursos do BNDES ou de bancos estatais”.

O socorro do BNDES ao Grupo Globo foi amplamente noticiado na época (ver aqui) e motivou até mesmo um pedido de audiência pública no Senado Federal (ver aqui) e até hoje segue sendo uma das chaves para se entender a relação entre a empresa e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso/PSDB, em seus dois mandatos.

Quem sabe nos próximos 50 anos essa história seja contada."



FONTE: escrito por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa. Transcrito no "Blog do Miro" (http://altamiroborges.blogspot.com.br/2015/04/globo-uma-historia-pela-metade.html#more).

O REGIME DE PARTILHA, O PRÉ-SAL E OS INTERESSES NACIONAIS





O REGIME DE PARTILHA, O PRÉ-SAL E OS INTERESSES NACIONAIS

Por SIBÁ MACHADO

"Para os entreguistas, tudo que é nacional deve ser entregue aos estrangeiros. Eles têm complexo de inferioridade.

O povo brasileiro precisa ser informado: A Petrobras continua sendo alvo de ataque especulativo das chamadas "forças do mercado" - leia-se principalmente as petroleiras estrangeiras – com a preciosa ajuda da oposição PSDB/ DEM, partidos que agem como vassalos dos interesses externos.

Uma das ações principais contra os interesses do povo brasileiro está sendo implementada no Congresso Nacional, onde tramitam projetos de iniciativa dos dois partidos de oposição com o objetivo de acabar com o regime de partilha no pré-sal, voltando-se ao modelo de concessão criado pelo governo FHC em 1997, justamente para favorecer o capital estrangeiro.

É preciso ampla mobilização de diferentes setores da sociedade brasileira para evitar esse retrocesso promovido por forças reacionárias e apartadas da soberania e dos interesses nacionais. O regime de partilha no pré-sal, aprovado durante o governo do presidente Lula, significa que, em vez de entregar a maior parte dessa riqueza do povo brasileiro a empresas estrangeiras, ela vai para a União. O sistema subordina a exploração do pré-Sal ao projeto de desenvolvimento industrial e tecnológico do país, dinamizando várias cadeias produtivas.

RECURSOS PARA A EDUCAÇÃO

O regime de partilha vai garantir que, do petróleo que jorra das profundezas do mar, sejam gerados, nas próximas décadas, 1 trilhão e 300 bilhões de reais para a área de educação e saúde, graças à nova legislação sancionada pela presidenta Dilma em 2013. O regime de partilha significa mais de 70% dos royalties para a educação - dinheiro que irá para todas as prefeituras do País. É para impulsionar nosso desenvolvimento econômico e social. O regime de concessão significa escoar essas riquezas nacionais para as petrolíferas estrangeiras, como era antes, no governo do PSDB.

A importância estratégica da Petrobras não pode ser confundida com eventuais problemas que têm ocorrido, com irregularidades cometidas por funcionários e empresas que prestavam serviços à estatal. Esses recursos serão ressarcidos, os que forem responsabilizados serão punidos pela Justiça. E uma nova governança para a estatal aponta para dias melhores.

Mas o importante é frisar que a Petrobras adquiriu nova feição, tornou-se uma das maiores petrolíferas do mundo a partir de um olhar do PT sobre o que significam interesses nacionais e como o petróleo pode ajudar no desenvolvimento nacional. É preciso deixar bem claro - essa é uma visão oposta ao neoliberalismo do PSDB, que, se pudesse, teria vendido a preço de banana toda a empresa, como fez com outros setores estratégicos da economia brasileira, como a Companhia Vale do Rio Doce e a área de telecomunicações.

Outro dado: Na era do governo do PSDB, as compras de embarcações e plataformas, pela Petrobras, eram feitas em Cingapura e outros países da Ásia, o que gerou emprego e avanço em ciência e tecnologia lá fora, quando poderia gerar estes benefícios aqui no Brasil.

Mas isso mudou. O setor naval no Brasil, que no governo FHC contava com menos de 2 mil trabalhadores, agora emprega quase 80 mil pessoas.

GERAÇÃO DE EMPREGOS NO BRASIL

Hoje, em vez de exportarmos emprego para Ásia, Europa e Estados Unidos, como fazia o PSDB, recuperamos a capacidade de participar do restrito clube da construção naval. Assim, estamos formando uma nova geração de engenheiros e de outros profissionais que estão atendendo à nova demanda da nossa indústria naval, que está conectada com as descobertas do pré-sal.

Importante assinalar que todos esses investimentos foram feitos com uma política de conteúdo local de forma a se produzir no País os insumos para a empresa, numa ação de estímulo à indústria e pesquisa nacionais, com geração de empregos e renda em território brasileiro. Destacam-se as encomendas à indústria naval no Brasil, envolvendo sondas de perfuração, plataformas de produção e navios.

Não devemos esquecer que o entreguismo (prática subserviente de parte da elite brasileira, que atua como serviçal, para repassar riquezas nacionais a grupo estrangeiros) faz parte do ideário demotucano.

Lembremos: Além de entregar a maior parte das riquezas do petróleo às empresas estrangeiras, o PSDB quase entregou a própria Petrobras. É preciso recordar que o governo Fernando Henrique iniciou o processo de privatização ao vender nas bolsas de Nova York e São Paulo quase 70% das ações da empresa que dão direito a dividendos sobre os seus lucros. Faltou pouco para abrir mão também do controle estatal sobre a empresa e vender a mais valiosa de nossas empresas, como fez com tantas outras riquezas do povo brasileiro.

Os tucanos são tão alienados e entreguistas que tentaram até mudar o nome de Petrobras para Petrobrax – claro, "bras" não soa bem aos ouvidos de quem prefere escrever Brasil com Z. Mas a Petrobras soube resistir a essas investidas antinacionais. Com Lula e Dilma a empresa renasceu, valorizou-se, investiu como nunca em tecnologia, tornou-se capaz de buscar a 7 mil metros de profundidade o petróleo que se transformará em mais educação, saúde, desenvolvimento econômico e social para o país. Com o pré-sal, nossa produção média passará de 2,1 milhões de barris/dia em 2015 para 5,2 milhões no período 2020/2030. Serão cada vez mais livros, escolas, hospitais, médicos, professores. Com Lula e Dilma, além de petróleo, a Petrobras produz as grandes transformações da nossa história.

São essas conquistas que devem ser destacadas, não a campanha antinacional movida contra a empresa, tanto pela oposição como por setores da mídia que não escondem também sua subserviência aos interesses estrangeiros. Não se pode enxovalhar a imagem de uma empresa que é símbolo da nacionalidade brasileira. Empresa construída com sangue e suor dos brasileiros e que é uma das maiores empresas de petróleo do mundo.

Mas os entreguistas, os alinhados às causas antinacionais, não pensam assim. Para eles, tudo que é nacional deve ser entregue aos estrangeiros. Eles têm complexo de inferioridade. Como dizia Nelson Rodrigues - complexo de vira-latas. Os governos do PT e aliados conseguiram transformar o país positivamente nos últimos doze anos, e a Petrobras teve papel central no processo. O regime de partilha integra as ações estratégicas para impulsionar o desenvolvimento do Brasil. Para promover essas mudanças, bastou acreditarmos em nosso país e em suas potencialidades. Não podemos permitir uma volta ao passado."

FONTE: escrito por SIBÁ MACHADO e publicado no portal "Brasil 247"  (http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/178803/O-regime-de-partilha-o-pr%C3%A9-sal-e-os-interesses-nacionais.htm).

A ÓBVIA IMPORTÂNCIA DO BRASIL NO MUNDO




Desenhando, para até o pessoal do complexo de vira-latas poder entender

Por Fernando Brito

"A ilustração que retirei do Facebook da comunidade "Planeta Fascinante" é daquelas que quase dispensam legenda.

Ainda assim, é só olhar quem são os países que somam território, população e riqueza econômica.

Os cinco que ocupam a área de intersecção dos três conjuntos.

Deveria ser o que bastasse para entender que o Brasil é um país com destino próprio, não o de ser um satélite.

Como para ver onde estão nossas sinergias.

Repare, não disse ideologias.

Disse oportunidades.

Embora assim tão obvio, a elite brasileira não consegue enxergar.

Tem na cabeça que o Brasil deveria ser uma sub-Miami.

A burrice é uma coisa muito difícil de combater, porque prescinde de argumentos e sustenta verdades que ouviu de alguém e as repete.

Quem sabe assim, desenhando?"


FONTE: escrito por Fernando Brito em seu blog "Tijolaço"  (http://tijolaco.com.br/blog/?p=26505).

PAÍSES NÃO ALINHADOS EXIGEM QUE ISRAEL RENUNCIE À POSSE DE ARMAS ATÔMICAS


Ministro iraniano de Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif

Não Alinhados exigem que Israel renuncie às suas armas nucleares


"O Movimento de Países Não Alinhados (MPNA) reiterou, na segunda-feira (27), suas exigências de que Israel renuncie à posse de armas nucleares e permita a declaração do Oriente Médio como uma zona livre das mesmas.

Na jornada inaugural da "Conferência das Partes Encarregadas do Exame do Tratado sobre a Não Proliferação" (TNP), o chanceler do Irã, Javad Zarif, em nome do grupo de 120 estados do Sul, também chamou Tel Aviv a incorporar o acordo global vigente desde 1970.

Israel é o único estado da região a não aderir ao TNP e, com sua postura, impede o estabelecimento da citada zona sem os letais artefatos.

Demandamos sua incorporação sem precondições e demora, bem como a colocação de suas instalações nucleares à disposição das salvaguardas da Agência Internacional da Energia Atômica”, assinalou.

Segundo o diplomata, o MPNA tem sérias preocupações pela aquisição de capacidades atômicas, "as quais representam uma ameaça permanente para os países vizinhos e outros".

Zarif recordou que, na Declaração de Teerã de 2012, quando o Irã assumiu a presidência do bloco, os chefes de Estado e de Governo do Movimento fundado em 1961 ratificaram seu apoio à declaração do Oriente Médio como uma zona sem armas de extermínio em massa.

Também pediram então a total proibição de transferência de equipamentos, informação e materiais a Tel Aviv, relacionados ao setor.

De acordo com o chanceler do Irã, o MPNA está decidido a conseguir a implementação da resolução que defende libertar o Oriente Médio de arsenais nucleares.

Israel não reconhece [oficialmente] a posse de armas atômicas, apesar de seu principal aliado e fornecedor de ajuda, os Estados Unidos, admitir a presença das mesmas na nação judia."

FONTE: da "Prensa Latina". Transcrito no portal "Vermelho"  (http://www.vermelho.org.br/noticia/262973-9).

A TRAIÇÃO DO PSB, SUBJUGADO PELA DIREITA


Aécio, Aloysio Nunes, Rollemberg e Marina, todos do agrado da burguesia apátrida, antinacional, entreguista e golpista


ROLLEMBERG TRAI E O PSB ABRAÇA A DIREITA

Por DAVIS SENA FILHO

"Após duas décadas de alianças, políticos e partidos historicamente ligados às lutas populares e que se consideravam de esquerda resolvem se afastar do Governo Trabalhista.

O Partido dos Trabalhadores tem de se posicionar, de forma clara e objetiva, quanto a discernir, ponderar, avaliar e, consequentemente, perceber com lucidez e decisão de propósitos de quem são seus inimigos e aliados, para poder separá-los, além de reconhecer quais são os traidores de sua base, que se juntaram aos interesses políticos e econômicos dos partidos de oposição, ideologicamente conservadores e reacionários, bem como aos ditames de uma burguesia apátrida, antinacional, portanto, entreguista e golpista.

A burguesia que tem como principal ponta de lança de seus interesses escusos e nada confessáveis a poderosa máquina midiática privada, controlada pelos magnatas bilionários de imprensa, que ora se esforçam para criminalizar o PT e, por seu turno, desconstruir a imagem da presidenta Dilma Rousseff, porque a intenção é fomentar um clima de crise política e institucional, artificial e sem fim, que favoreça a efetivação de um impeachment, a ter como fundo de pano a corrupção na Petrobras e as "pedaladas" fiscais, principalmente no que tange ao uso de recursos da Caixa Econômica para pagar os benefícios sociais, fato esse rotineiro desde a época do presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.

Os dois pesos para uma medida da oposição, no que se trata a combater o governo trabalhista de Dilma, se tornou uma música de uma nota só. A verdade é que se exauriu a tentativa e a má-fé por parte da imprensa familiar e da oposição demotucana no que diz respeito ao impeachment, que vai fracassar, a corrigir, já fracassou, porque até mesmo homens com poder e de oposição consideraram inviável o impedimento da mandatária, a exemplo do presidente conservador da Câmara, deputado Eduardo Cunha, do ex-presidente FHC, líder nacional do PSDB, do eterno candidato tucano, José Serra, além de juristas de renome e opositores do PT, nas pessoas de Miguel Reale Jr., Ives Gandra Martins e José Eduardo Alckmin.

Eles não acreditam no impedimento de uma presidenta que não incorreu em quaisquer crimes de responsabilidade, bem como jamais tergiversou quanto ao combate à corrupção, realidade essa que recrudesceu nos governos trabalhistas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, mandatários que juntos realizaram mais de três mil operações de combate aos crimes de corrupção, como não deixam margem à dúvida as prisões de empresários e executivos poderosos da iniciativa privada, além de servidores públicos de alto escalão, que há décadas roubavam a Petrobras, muito anos antes de o PT ter conquistado o poder presidencial.

Eis que após duas décadas de alianças e lutas políticas e eleitorais pelo poder, principalmente no âmbito federal, a partir de 2013 e 2014, políticos e partidos historicamente ligados às lutas populares e que se consideravam de esquerda resolvem se afastar do Governo Trabalhista e romper as alianças históricas em prol dos trabalhadores e dos interesses do Brasil. Muitos tiveram essa conduta no decorrer do tempo, a exemplo de Luiza Erundina, Luciana Genro, Heloisa Helena, Cristovam Buarque, Marina Silva, Eduardo Campos, dentre outros, que não tiveram a compreensão, apesar dos muitos erros do PT, que o Brasil avançou em direção ao seu desenvolvimento e independência.

Não entenderam realmente os avanços que, de uma forma ou de outra, ou às duras penas, estão a ser efetivados por intermédio de inúmeros programas, que se transformaram em gigantesca rede de proteção e inclusão social, concomitantemente à implementação de um projeto de País, fiscalizado pela CGU e demais órgãos de fiscalização e investigação do Governo Federal, cujos atos e ações são inquestionavelmente republicanos e públicos, porque os governos do PT deram publicidade à sua maneira de governar, por intermédio da criação do Portal da Transparência.

Trata-se da ferramenta de onde a imprensa meramente de mercado e de caráter alienígena retira suas informações, ao tempo que aproveita para elaborar suas reportagens oposicionistas e mequetrefes, cujo propósito é atacar o Governo Dilma, através de um portal que foi concebido no governo trabalhista de Lula. Durma-se com um barulho desses. A verdade é que a doutrina dos governos trabalhistas é a busca incessante pelo desenvolvimento, a luta pela igualdade de oportunidades, a fundamentar a efetivação de justiça social, bem como acabar com a pobreza extrema e fazer com que o Brasil deixe de ser uma Nação onde milhões de indivíduos são vítimas da fome, e, com efeito, não têm a mínima condição de ascender socialmente, porque quem sente fome não pensa, quanto mais vai ter força para estudar, trabalhar, e, por sua vez, melhorar de vida.

É dantesca, ao tempo que quixotesca, a falta de discernimento, a vaidade temperada pela burrice de certos indivíduos como Marta Suplicy, Paulinho da Força, Rodrigo Rollemberg e Carlos Lupi. Sempre foram políticos medíocres, alavancados pelas circunstâncias e conhecimento político junto às lideranças de seus partidos, no que é relativo ao apadrinhamento no começo de suas carreiras, bem como à "sorte", no caso de Rollemberg, que viu, no decorrer dos anos, praticamente todas as lideranças político-partidárias do Distrito Federal se envolverem em crimes de responsabilidade e denúncias sobre corrupção.

Imputações que terminaram em prisões, a exemplo de pessoas como Luiz Estevão e José Roberto Arruda, além de acusações gravíssimas a Gim Argelo, sendo que Joaquim Roriz e Paulo Octávio foram cassados ou destituídos de seus cargos eletivos, dentre muitos outros políticos que colocaram Brasília como um lugar de governantes criminosos e corruptos, posseiros violentos e ilegais de terras pertencentes ao Estado, além de patrimonialistas, sempre no olho do furacão, a pôr em risco a democracia, porque o Distrito Federal quase perdeu sua autonomia política e seus cidadãos o direito de eleger o governador e os deputados distritais.

O governador Rodrigo Rollemberg, apesar de sua mediocridade política, pois foi um péssimo deputado e senador, além de ficar em cima do muro, sempre soube ocupar os espaços, não conquistados por competência do atual mandatário do DF, mas, sobretudo, ocupados graças à incompetência e à vocação para o crime de certas lideranças de Brasília, que ficaram a cair, uma após a outra, em uma sucessão de miserabilidade política, que restou apenas a Rollemberg concorrer às eleições para governador com a faca e o queijo na mão.

Os fatos conspiraram a favor de Rollemberg, porque o petista, Agnelo Queiroz, apesar de seus reconhecidos equívocos políticos e a dificuldade para se defender de muitas acusações infundadas e perpetradas pela direita brasiliense, uma das mais reacionárias e violentas do País, foi alvo constante de uma das campanhas mais infames e sórdidas que se tem notícia no Distrito Federal durante todo seu mandato como governador. Desde o início, aconteceu movimentação da direita, em termos nacionais, para que o Governo do PT no DF não conseguisse a reeleição, com a cumplicidade do PSB, ou seja, de Rodrigo Rollemberg, que se beneficiou de aliança com o PT e depois o traiu em âmbito nacional e regional. A resumir: Rollemberg tem compromisso com a burguesia e com seus projetos pessoais, como, por exemplo, ser candidato a presidente da República. Ponto.

Agnelo Queiroz errou muito. Não reagiu à altura contra os diários conservadores "Correio Braziliense" e "Jornal de Brasília", que sempre foram beneficiados pela publicidade e empréstimos estatais, bem como cresceram sob a proteção da ditadura militar. O petista se calou perante a "TV Globo" local, que tem como principal voz oposicionista o jornalista direitista Alexandre Garcia, ex-porta-voz do governo do general João Figueiredo. Hoje, Garcia se comporta como o "baluarte" da moral e dos bons costumes, o que me leva a rir, quase gargalhar, quando ele demonstra "preocupação" com a educação, a saúde e a corrupção.

A verdade, pura e simples, é que tal jornalista de confiança dos Marinho apoiou todos os governos de direita desde a ditadura militar, exatamente os governos mais corruptos e violentos, que entregaram as nossas riquezas para os estrangeiros e ao empresariado nacional golpista e apátrida. Soa ridículo, mas tal desfaçatez e hipocrisia acontecem todos os dias de sua aparição na telinha global. Somente um ser alienado ou que compartilha com as "ideias" de Alexandre Garcia poderia acreditar na suposta "preocupação" de um executivo de confiança da "Globo" com os rumos do Brasil. Um homem que, indubitavelmente, nunca primou pela defesa dos interesses desta Nação. Duvida? Basta, então, pesquisar sua história e verificar o lado que o jornalista sempre esteve. Ponto.

Rollemberg, astuto e sorrateiro, calou-se. Não defendeu, em hipótese alguma, no plenário do Senado, o governador Agnelo Queiroz e o PT dos ataques virulentos da direita. Jamais o oportunista parlamentar do PSB moveu uma palha para proteger o governador e o partido que o ajudou, e muito, a se eleger senador. Praticamente, sumiu da CPI do Carlinhos Cachoeira, "Época" (Globo) e "Veja", quando Agnelo foi se defender e se saiu muito bem das armadilhas montadas pela direita golpista, pois queria derrubá-lo do poder. Anteriormente, Rodrigo Rollemberg traiu o PT nacional, o Governo Lula, a quem ele serviu como secretário da poderosa Secretaria de Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O político "socialista" sempre se beneficiou da força política e eleitoral do PT, pois também ocupou o cargo de Secretário de Turismo do Governo Cristovam Buarque, ex-político do PT e que hoje está no PDT a fazer uma oposição rancorosa ao Governo Dilma, porque demitido por Lula quando era ministro da Educação ao ter desempenho medíocre, retórico, pois sem objetividade, realidade essa que não ocorreu no período do atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, à frente da Pasta, que abriu as portas das universidades públicas e das escolas técnicas a milhões de brasileiros oriundos das classes populares, que jamais sonhariam um dia terem acesso a tantas oportunidades para se instruir e, por sua vez, melhorar de vida.

Rodrigo Rollemberg não é um socialista de fato. Nunca expôs suas ideias e muito menos combateu a direita enquanto titular dos mandatos de deputado federal e senador. Ingrato com seus aliados de esquerda, o governador do DF pagou com traição política ao PT e ao governador Agnelo Queiroz, no Congresso Nacional, e compôs com a direita na corrida presidencial de 2014. O socialista histórico e ex-presidente do PSB nacional, Roberto Amaral, lamentou a adesão do partido e de suas principais lideranças aos interesses da oposição de direita, e afirmou:

"O PSB renasceu em 1985 como uma opção socialista e democrática no campo da esquerda. Este era o projeto original comandado por Jamil Haddad e consolidado a partir dos anos 1990 por Miguel Arraes. Da esquerda transitou para a centro-esquerda, e, com a última decisão de apoiar o candidato da direita (Aécio Neves/PSDB), optou claramente pelo campo do centro-direita. Esse novo partido não pode mais dizer-se herdeiro de João Mangabeira, nosso fundador em 1947, ou de Miguel Arraes, de cujo pensamento comum transformou-se numa contrafação. O PSB de hoje repudia tudo o que seus fundadores representam".

Roberto Amaral foi defenestrado e desconsiderado por Eduardo Campos, Beto Albuquerque e, evidentemente, Rodrigo Rollemberg, que levaram o partido de Jamil Haddad, Miguel Arraes e João Mangabeira para o campo da direita. Atualmente, o PSB é um partido conservador, cooptado pelo sistema de capitais e deslumbrado com o crescimento no Congresso e com a conquista de alguns estados e municípios. A sua bancada se alinha aos interesses do conservadorismo na Câmara e no Senado.

A coerência ideológica de Rollemberg tem a consistência de um sorvete que caiu no chão, a derreter em asfalto quente. Trata-se, sem sombra de dúvida, de um político de centro-direita e a serviço das oligarquias, mas com um discurso dúbio, afeito aos coxinhas de classe média, mas não àquele público que votou no PT e concedeu à Dilma Rousseff mais de 54 milhões de votos, por compreender que acima das disputas políticas e dos escândalos que servem como armas em forma de manchetes para a oposição de direita, aconteceram realisticamente os avanços sociais, na forma de inclusão de segmentos da sociedade brasileira que não tinham nem o direito de consumir quanto mais ascender socialmente.


Rodrigo Rollemberg é filho da oligarquia e, como tal, procede. Deveria assumir sua condição de político e governante que abandonou o socialismo e hoje compõe e defende os interesses dos mais ricos ou dos que sempre puderam mais. A inclinação do PSB para o conservadorismo é visível, porque a renovação de seus dirigentes partidários e que ocupam ou ocuparam cargos em prefeituras, governos estaduais, casas legislativas e ministérios se deu por intermédio de tecnocratas, principalmente em Pernambuco, estado que controla o PSB, mesmo após o acidente trágico que levou à morte o candidato Eduardo Campos.

Esses tecnocratas saíram direto de seus cargos e funções para a política. Esse processo se deu praticamente em todo o País, quando se trata do PSB. Os novos políticos do ex-partido socialista não foram forjados na luta partidária do dia a dia, bem como praticamente não conhecem a fundo a história do PSB, seus princípios ideológicos e políticos, porque não se dedicam a conhecer também as realidades sociais do povo brasileiro, que se apresentam e têm de ser solucionadas, com o objetivo de melhorar sua vida. O PSB é um partido que envelheceu em suas ideias e concepções e hoje é um inquilino da Casa Grande, em forma de engenho do ciclo da cana de açúcar.

A aliança com o conservador PSDB de Aécio Neves, depois de ser aliado de governos trabalhistas durante quase 12 anos, é um dos maiores absurdos e erros cometidos pela classe dirigente do PSB, uma legenda que traiu a si, aos outros e deixou sua militância perplexa. É imperdoável a postura irresponsável de um partido que se dizia socialista e que abandonou o projeto de País de governos que, apesar dos percalços, entraves e dificuldades, não foram cooptados pelo sistema de capitais cujos porta-vozes são as mídias monopolizadas por meia dúzia de famílias que têm a ousadia e o atrevimento de considerar que o Brasil de 210 milhões de habitantes e a sexta economia do mundo é o quintal das casas delas. Seria cômico se não fosse surreal e trágico.

Os dirigentes atuais do PSB, à frente Rodrigo Rollemberg por ser governador e jamais por ser um pensador político e ideológico, porque ele, como o faz e sempre o fez a direita, recusa-se a pensar o Brasil, entregaram-se ao hedonismo coxinha, que é ideológico e tem como combustível o ódio, que fomenta os protestos da classe média brasileira nas redes sociais e nas ruas. Engana-se redondamente aquele que pensa que o sentimento da direita é de indignação, de injustiça e de dor quando protesta. Não, caras pálidas... É de ódio por ter percebido que o Brasil está a ser construído para todos e não apenas para as classes que sempre foram privilegiadas e favorecidas. O PSB escolheu seu caminho, e é exatamente o caminho por onde já trilhava há 500 anos a burguesia brasileira. Rollemberg trai e o PSB abraça a direita. É isso aí."


FONTE: escrito por DAVIS SENA FILHO no portal "Brasil 247"   (http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/178794/Rollemberg-trai-e-o-PSB-abra%C3%A7a-a-direita.htm). [Imagem do google e sua legenda acrescentadas por este blog 'democracia&política'].