domingo, 29 de maio de 2011

PETROBRAS TERÁ MAIS SEIS PETROLEIROS. FEITOS AQUI


“Enquanto nossos jornais vivem falando que a Petrobras vai cortar investimentos, nossa grande empresa vai dando lições de que é possível fazer muito e fazer aqui no Brasil.

Sexta-feira (27), ela fechou o afretamento de seis navios da classe ‘Panamax’, de 63.500 toneladas de porte bruto cada, sendo cinco para movimentação de derivados de petróleo e um para petróleo bruto, com a ‘Hidrovia South American Logistics S/A’. Os navios deverão ser construídos no Brasil e permanecer sob bandeira brasileira nos 15 anos de afretamento contratados.

São as últimas embarcações –por enquanto– do programa de modernização e ampliação da frota Petrobras, que contratou 39 navios, construídos em estaleiros brasileiros, no período de 2011 a 2017, gerando 30 mil empregos na nossa antes combalida indústria naval.

Quando se quer contratar e fazer aqui, comprando ou afretando, sempre há jeito. O Brasil, que já teve a segunda maior indústria naval do mundo [destruida nos anos 90], tem tudo para voltar a ocupar este posto. Se não aparecerem outros Agnellis.”

FONTE: escrito por Brizola Neto em seu blog “Tijolaço”  (http://www.tijolaco.com/petrobras-tera-mais-seis-petroleiros-feitos-aqui/) [entre colchetes adicionados por este blog].

O CREPÚSCULO DO ESTORVO: SERRA SOFRE ESMAGADORA DERROTA


“O candidato da derrota conservadora em 2002 e 2010, ex-governador José Serra, sofreu no sábado mais um revés esmagador.

Na luta pelo comando do partido e pela vaga a pré-candidato da legenda em 2014, Serra foi tratorado pelo grupo rival de Aécio Neves.

Antes da convenção, Serra exigia 'respeito' aos 'seus' [sic] 44 milhões de votos. Na prática, significava impor o seu nome e o de serristas à presidência do “Instituto Teotonio Vilela” e à presidência do partido, para os quais foram eleitos seus desafetos, Tasso Jereissati e Sergio Guerra.

Depois de perder todas para Aécio, ganhou como prêmio-consolação a honorável presidência do “Conselho Político do PSDB”, o que significa exatamente nada.

Nesse colegiado, Serra será uma rainha da Inglaterra: dos seis membros, quatro estão alinhados no propósito de cortar pela raiz o impulso desagregador que identificam no serrismo (FHC, Guerra, o próprio Aécio e Geraldo Alckmin); o outro integrante, Marconi Perilo, é um ser irrelevante.

Restam a Serra as lágrimas do seu dispositivo midiático, sobretudo de SP --igualmente derrotado na convenção-- que tentou vender ao país um catalisador de ódios e desafetos, a sua imagem e semelhança, como sendo o político 'mais preparado' para suceder a Lula.

Tentará agora, desesperadamente, preservar algum espaço institucional vendendo-o como ‘o melhor candidato a prefeito de São Paulo’. A ver.”

FONTE: cabeçalho do site “Carta Maior” neste domingo, 29/05/ 2011 (http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm) [imagem do Google adicionada por este blog].

A SUCESSÃO NO FMI


Por Paulo Nogueira Batista Júnior

“Em discurso no Parlamento britânico, na última quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez afirmação algo inusitada, que foi interpretada como duro recado aos países emergentes.

Obama começou assim: "Países como China, Brasil e Índia estão crescendo, criando mercados e oportunidades para nossos povos."

Aparentemente, [para ele] o nosso papel primordial é gerar mercados para americanos e europeus, ajudando-os a sair da grave crise de desemprego em que se meteram.

Mas o pior veio em seguida: "Virou moda questionar se a ascensão dessas nações vai acompanhar o declínio da influência americana e europeia pelo mundo. Segundo esse argumento, esses países representam o futuro e o tempo da nossa liderança passou. O argumento é errado. O tempo para nossa liderança é agora."

A declaração bombástica talvez seja sintomática do estado de espírito das velhas potências do Atlântico Norte. A verdadeira liderança não precisa ser proclamada a quatro ventos. Passou o tempo em que Estados Unidos e Europa podiam dar as cartas sem se preocupar muito com o resto do mundo. Os Estados Unidos e, sobretudo, a Europa vêm perdendo peso econômico e político. A sua pretensão de exercer liderança nunca foi tão questionada. As velhas potências ainda têm muito poder, é claro, e podem contar com diversos satélites e aliados automáticos em diferentes partes do mundo.

Mas os países emergentes de grande porte -notadamente a China, a Índia, a Rússia e o Brasil- atuam de forma cada vez mais independente. Evidentemente, há diálogo contínuo com as velhas potências, marcado por convergências e divergências. Mas frases como "o tempo para nossa liderança é agora" não impressionam mais ninguém.

A crise internacional, que teve origem na desastrosa administração dos sistemas financeiros nos Estados Unidos e na Europa, abalou muito o prestígio e a credibilidade das velhas potências e dos seus aliados na periferia do mundo. Já ninguém mais aceita sem hesitação as recomendações e orientações de norte-americanos e europeus.

No Brasil, por exemplo, a "quinta-coluna" pró-Primeiro Mundo, antes tão barulhenta e confiante, teve que fazer uma reciclagem a toque de caixa.

O caso dos europeus é mais grave. A sua capacidade de exercer liderança internacional está bastante abalada. Afinal, eles mal conseguem se entender entre si e administrar com razoável eficácia a crise na zona do euro. Os americanos, por sua vez, enfrentam déficits enormes e taxas de desemprego muito elevadas. O presidente Obama, recebido inicialmente com tanta simpatia no mundo todo, já não inspira entusiasmo.

É nesse contexto que se trava a disputa pela sucessão no FMI.

As velhas potências parecem dispostas a agarrar-se a seus antigos privilégios e a regras antiquadas. Querem preservar a qualquer custo a convenção não escrita que reserva o cargo de diretor-gerente do FMI a um europeu. Em troca, os americanos ficam com a presidência do Banco Mundial.

Vale qualquer argumento para defender o indefensável. A Europa, como se sabe, virou a principal tomadora de empréstimos no FMI.

Segundo autoridades europeias, como a crise é na Europa convém garantir que o comando do Fundo continue com um europeu.

Ora, desde quando convém deixar um banco sob controle dos seus devedores?

Foi a pergunta que fizeram os economistas Arvind Subramanian e Nicolas Verón, do “Peterson Institute for International Economics”.

O diretor-gerente do FMI deveria ser escolhido exclusivamente com base no mérito, independentemente de nacionalidade. Mas a escolha só pode ser realmente aberta e transparente se americanos e europeus se dispuserem a abandonar a divisão de território em vigor. Enquanto houver a percepção de que a eleição do diretor-gerente é um jogo de cartas marcadas, candidatos não europeus de prestígio hesitarão em se apresentar. E a legitimidade do Fundo como instituição internacional continuará sendo questionada mundo afora.”

FONTE: escrito por Paulo Nogueira Batista Júnior, economista e diretor-executivo pelo Brasil e mais oito países no Fundo Monetário Internacional. Publicado no jornal “O Globo” e no clipping do MPOG (http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/5/28/a-sucessao-no-fmi) [imagem do Google adicionada por este blog].

ITÁLIA: BERLUSCONI SE AGARRA À TÁBUA DE SALVAÇÃO DA XENOFOBIA

Derrotado pela “Refundação Comunista” em seu reduto e despencando em popularidade, Berlusconi tenta salvar-se convocando italianos para xenofobia explícita

A PIOR FACE DO VELHO CONTINENTE

Por Luís F. C. Nagao

“O suposto ‘cavaliere’, enfim, soltou as frangas. No último domingo (22/5), mal terminara o primeiro turno das eleições para governos municipais italianos, quando o primeiro-ministro Silvio Berlusconi dirigiu-se a correligionários e despejou seu ódio.

Referindo-se a Milão, onde fez fama e fortuna, previu: em caso de vitória dos adversários, a elegante metrópole do Norte iria converter-se em “uma cidade islâmica, um acampamento de ciganos, cheia de romenos e assediada pelos estrangeiros, aos quais a esquerda tem dado o direito de votar”.

O orgulho do premiê fora humilhado. Sua popularidade, abalada pela crise econômica e escândalos sexuais, despencara a 31%, em abril.

Nas eleições do fim de semana, seu partido, o “Poppolo della Libertà” (PDL) fora liquidado, já na primeira volta, em cidades importantes como Bolonha e Turim.

Mas o vexame mais arrasador deu-se no próprio reduto de Berlusconi. O advogado Giuliano Pisapia, -quase ‘outsider’ no grande jogo da política institucional– obtivera 48% dos votos, contra 41,6% dados à candidata da direita, Letizia Moratti. Tornara-se favorito para o turno decisivo (marcado para este domingo 29/5). Giuliano, oriundo do ‘Partido da Refundação Comunista’ (PRC), concorre pela coligação de centro-esquerda.

Mas o destempero que pareceu, à primeira vista, fruto de choque emocional do premiê converteu-se, nos dias seguintes, em estratégia. Ao invés de diluir o mal-estar provocado pelo discurso xenófobo, a direita italiana passou a explorá-lo. Em Milão, sua campanha degenerou para uma tentativa de fazer aflorar os recalques dos italianos conservadores contra ‘o outro’, na esperança de que uma onda de medo possa reverter a derrota.

"Milão Ciganopólis com Pisapia", mais acampamentos nômades, a maior mesquita da Europa

Os cartazes de propaganda do PDL passaram a alertar contra a “torrente de ciganos” que supostamente invadiria Milão em caso de vitória de Pisapia. Afirmou-se que o comunista pretendia transformar a cidade em Zingaropoli, algo como “Ciganópolis”.

Atacou-se o discurso tolerante do candidato, que declarou não se opor à construção de uma mesquita no município. Na quarta-feira (25/5), ‘Il Giornale’, um diário nacional controlado pela família Berlusconi, “advertiu”: “O Islã marchará sobre a catedral de Milão”, caso a candidata do primeiro-ministro seja derrotada.

Talvez não sirva de muito. As eleições italianas mostram significativa mudança no ânimo político do país. O prestígio da direita foi abalado, tanto pelo escandaloso ‘caso Ruby Gate’ (em que Berlusconi é acusado de contratar, como prostituta, uma menor), quanto pelas consequências da crise. “A gente não chega ao final do mês e ele [Berlusconi] gasta milhões em sua festa.”, disse um taxista ao diário espanhol ‘El País’.

Além de tirar proveito da nova conjuntura, Giuliano Pisapia soube construir sua candidatura de forma não-tradicional. Não é político de carreira. Filho de ilustre jurista milanês e advogado penal de projeção, tornou-se deputado em 1996, aos 47 anos. Ao lançar sua candidatura ao governo municipal (em primárias promovidas pelo bloco de centro-esquerda), tinha apenas 4% das intenções de voto. Identificava o ceticismo da população com relação aos políticos.

Mas enxergou que havia milhares de pessoas interessados em participar –se encontrasse espaço. Começou a organizar comitês e coordená-los. Baseou seu programa na crítica à privatização dos serviços públicos –inclusive, parques como o ‘Confaloniere’. Denunciou que, ao fazê-lo, a direita atentava contra a cultura da cidade e do país.

Atribui a sua vitória no primeiro turno ao trabalho nas ruas. Agora, quer dar a sua candidatura caráter suprapartidário, envolvendo, além da centro-esquerda, radiciais e velhos socialistas.

Além de significar perda do controle sobre governos importantes, o declínio eleitoral de Berlusconi poderá, segundo analistas, colocar em crise a coalizão no poder –que une o PDL à Liga do Norte, mais abertamente xenófoba. Para Franco Pavoncello, professor de Ciências Políticas na ‘universidade John Cabot de Roma’: “este resultado surpreendentemente negativo iniciará uma crise no governo” Já começam a surgir, na Liga do Norte, questionamentos sobre a validade de continuar ou não a aliança com o primeiro-ministro. Na hipótese de derrota definitiva em Milão, muitos pensam que a ‘Liga’ poderá abandonar rapidamente o governo, o que poderia desencadear sua queda.”

FONTE: escrito por Luís F. C. Nagao e transcrito no portal do jornalista Luis Nassif (http://www.outraspalavras.net/2011/05/27/a-pior-face-do-velho-continente/) (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/berlusconi-se-agarra-a-tabua-de-salvacao-da-xenofobia#more

sábado, 28 de maio de 2011

PALOCCI É O MAIOR ALIADO DOS VERDENTREGUISTAS


[OBS deste blog 'democraciapolitica': a oposição e a grande mídia estão prestando grande favor ao Brasil. Ao "forçarem a barra" para afastar Palocci, estão retirando-o do caminho da eleição de 2014. Da mesma maneira, assim fizeram afastando-o da eleição de 2010 com o caso Francenildo. Se isso não houvesse acontecido, ele seria o candidato natural para suceder Lula e perderia para Serra. Com a volta do PSDB (+DEM/PPS) seria tragédia para o Brasil, com o retorno ao poder da direita neoliberal, recessiva, privatista, elitista. Agora, com essa campanha contra Palocci, o estão afastando da hipótese de suceder Dilma. Ele já apresentou fortes indícios de ser um tucano travestido de petista, pró-ALCA, pró-"mercado", privatista, americanófilo, estrangeirófilo, cabeça de "elite" paulista. Obrigado oposição e grande mídia].

A seguir, texto de Paulo Henrique Amorim, no "Conversa Afiada":

“Lembra, amigo navegante, daquele passarinho lá de Brasília que pousou na janela do meu hotel e contou que o Nelson Johnbim quer ser o Armando Falcão e o Palocci pensa que é o Golbery ?

Lembra ?

Pois é.

O passarinho fez um vôo trans-estadual e pousou na janela da minha casa, aqui em São Paulo.

Sabe o que ele me contou ?

Que, quando estourou o escândalo do Palocci (bastava ele contar quem são os fregueses e que serviços lhes vendeu) e ficou evidente que o Palocci tinha as pernas quebradas, sabe, amigo navegante, quem ficou mais consternado ?

O pessoal do verdentreguismo.

Ficaram desolados.

Tristes, cabisbaixos, como se a Blá-blárina tivesse perdido o xale.

Por que, amigo navegante ?

Porque o Tony Palocci é o maior aliado dos verdentreguistas na luta pelo Código Florestal.

O amigo navegante há de se lembrar que o Tony se ofereceu ao embaixador americano para aprovar a ALCA, contra a política do Presidente Lula e de seu grande chanceler Celso Amorim [fonte: Wikileaks].

Pois, não é que o Palocci dizia aos verdentreguistas que eles tinham razão ?

Que a pressão que vinha do estrangeiro era muito forte !

O exterior !

O estrangeiro !, bradava ele, com aquela pronúncia clara e escorreita.

O Palocci morria de medo daquelas faixas do Greenpeace, da WWF, essas organizações tão brasileiras quanto as seringueiras do Acre.

O Brasil não aguenta essa pressão que vem do exterior !

O Governo não resiste a uma faixa daquelas do Greenpeace –“Dilma é desmatadora !”

O exterior é muito poderoso !

E os verdentreguistas concordavam entusiasmados !

Um aliado de peso !

O Código tem que ser verdentreguista: o Brasil não pode plantar soja, cana, milho, nem criar um porquinho na beira do rio.

O Brasil se torna uma gigantesca floresta e compra comida dos americanos !

Sim, bradavam os verdentreguistas ameaçadores !

Portanto, concluiu o passarinho, temos aí outro traço da personalidade desse grande empresário do setor imobiliário: o Tony se nutre daquele sentimento provincial, colonial do complexo de inferioridade.

Logo ele, sentado ali, na naquela gigantesca cadeira da Casa Civil.

Logo ali !

Ele é de um tipo muito encontradiço em São Paulo, onde a elite é monumentalmente provinciana, colonizada.

Mora nos trópicos e pensa que vive em Milão.

O novo-rico Antonio Palocci Filho entra como uma luva na elite de São Paulo: prostrar-se diante do “estrangeiro”, humilde e solícito.

Se fosse possível conhecer a lista dos seus fregueses, provavelmente se confirmaria que Tony com eles se identifica no patrimônio e na alma.”

FONTE: escrito pelo jornalista Paulo Henrique Amorim em seu portal “Conversa Afiada”  (http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/05/27/palocci-e-o-maior-aliado-dos-verdentreguistas/) [OBS entre colchetes adicionada por este blog].

ALDO REBELO FALA DO CÓDIGO FLORESTAL COMO VOCÊ NUNCA VIU



[vídeo também em http://youtu.be/o8PbEOESE6Q]

“Em 24 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou, por ampla maioria, o texto do relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para o novo Código Florestal. O projeto agora segue para o Senado.

Há 12 anos o Legislativo tenta construir um novo código. Na quinta-feira (26), passado o furacão das pressões que envolveram a votação do projeto, em entrevista exclusiva à TV Vermelho, Aldo Rebelo falou do Código Florestal como você nunca viu.”

FONTE: portal “Vermelho”  (http://www.vermelho.org.br/tvvermelho/noticia.php?id_noticia=155109&id_secao=29).

SERRA ACESSOU SIGILO FISCAL DE PALOCCI NAS VÉSPERAS DA “FOLHA” PUBLICAR “DOSSIÊ”


FUNCIONÁRIO DO EX-SECRETÁRIO DE JOSÉ SERRA ACESSOU SIGILO FISCAL DE PALOCCI NAS VÉSPERAS DA “FOLHA” PUBLICAR “DOSSIÊ”

“No dia 5 de maio, um funcionário da Secretaria das Finanças da Prefeitura de São Paulo acessou as contas de Palocci, para extornar um imposto cobrado a mais, diz o jornalista Luiz Nassif.

Dez dias depois, o jornal “Folha de São Paulo” publicou o dossiê Palocci.

O secretário municipal de Finanças é Mauro Ricardo, muito ligado a José Serra (PSDB/SP). Ele foi secretário estadual de fazenda quando Serra era governador. Após a posse de Alckmin, Mauro Ricardo foi para a Prefeitura, comandada por Kassab, por indicação de Serra.

Independentemente de Palocci ter de explicar a licitude de sua variação patrimonial, é grande a probabilidade de ter havido o uso ilegal de cargos públicos pela turma de Serra para espionagem política, violando informações guardadas por sigilo fiscal.

José Serra angariou a fama de ser aficcionado por colecionar “dossiês” contra adversários políticos.”

FONTE: postado por Zé Augusto no blog “Os amigos do Brasil” (http://osamigosdobrasil.com.br/2011/05/26/funcionario-do-ex-secretario-de-jose-serra-acessou-sigilo-fiscal-de-palocci-nas-vesperas-da-folha-publicar-dossie/) [imagem do Google adicionada por este blog].