O jornal Folha de São Paulo ontem publicou a seguinte reportagem de Fábio Amato, da Agência Folha, em São José dos Campos:
APESAR DA RECUPERAÇÃO, GANHO É INFERIOR AO DE 2008
"Após amargar prejuízos por dois trimestres seguidos e demitir cerca de 4.200 funcionários, a EMBRAER anunciou ontem que voltou a registrar lucro no primeiro trimestre de 2009. Apesar da recuperação, o lucro líquido da empresa no período, de R$ 38,3 milhões, é 74,8% inferior ao de janeiro a março do ano passado (R$ 152,1 milhões).
O vice-presidente-executivo financeiro e de relação com os investidores da EMBRAER, Luiz Carlos Siqueira Aguiar, afirmou que as despesas da empresa com os cortes, que equivalem a 20% dos funcionários na época, atingiu US$ 50 milhões (cerca de R$ 109 milhões).
Disse que a EMBRAER obteve receita de US$ 20 milhões (cerca de R$ 43 milhões) com multas pagas pelo adiamento ou cancelamento de encomendas.
"O momento crítico foi no primeiro trimestre. Agora parece que houve uma parada [nos cancelamentos e adiamentos]. Mas o crédito no mercado continua escasso para os nossos clientes", disse Aguiar.
A falta de crédito para financiamento da compra de aeronaves é o principal motivo dos adiamentos e cancelamentos de pedidos enfrentados pela EMBRAER. A fabricante exporta mais de 90% de sua produção.
Para ajudar nas vendas de aviões, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) está oferecendo crédito a clientes da EMBRAER. Segundo Aguiar, espera-se que o banco financie entre 25% e 29% do total de entregas de aeronaves neste ano.
O resultado do primeiro trimestre de 2009 interrompe a sequência negativa da empresa. No terceiro trimestre de 2008, o prejuízo da EMBRAER, o primeiro em 11 anos, foi de R$ 48,4 milhões. No quarto trimestre, ficou em R$ 40,6 milhões.
Em fevereiro, após anunciar 4.200 demissões, o presidente da EMBRAER, Frederico Curado, disse que o corte era consequência da redução de 30% na demanda externa por aviões.”
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
QUE PAÍS É ESSE? 6 JUIZES DA JUSTIÇA FEDERAL DE SP QUISERAM CALAR QUEM PRENDE DANTAS
Li hoje no site “Conversa Afiada”, do jornalista Paulo Henrique Amorim:
GILMAR (E) DANTAS NÃO CONSEGUIRAM ENFORCAR O CORAJOSO JUIZ FAUSTO DE SANCTIS: 8 a 6 !
“Seis juizes federais do Tribunal Regional Federal de São Paulo tentaram calar um juiz que prende criminosos do colarinho branco segundo seu melhor juízo de defensor da Lei.
Jamais se viu uma pressão tão poderosa partir de um Presidente da Suprema Corte contra um juiz de primeira instância.
Um Ministro do Supremo que trata os colegas como se fossem seus capangas, que comprometeu a credibilidade da Justiça no Brasil e se confere o direito de telefonar a uma governadora de estado para defender, de novo !!!, Daniel Dantas !!!
Que país é esse ?
O que queria Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat ?
Humilhar e subjugar de forma irremediável a justiça de primeira instância ?
Remeter as causas dos brancos e ricos, de olhos azuis às instâncias em que tem “facilidades” ?
Submeter e fechar as varas que combatem o crime do colarinho branco ?
O que queria Gilmar Dantas (segundo Noblat) ?
Consumar um Golpe de Estado de Direita, com a mão de gato do PiG (*) ?
Julgar juiz que condena rico por “indisciplina” ?
Prender rico é uma fria ?
Amedrontar os juizes de primeira instância ?
Felizmente, por um triz, o Supremo Presidente não enforcou De Sanctis.
Parece que Ele manda no Tribunal Regional de São Paulo menos do que Ele pensava.
Um juiz, De Sanctis, que decidiu segundo seu melhor juízo.
O Supremo Presidente do Supremo perseguiu um juiz que tem uma carreira de que os brasileiros se orgulham.
Por que o Supremo Presidente, ao contrário, não vai às ruas, como sugeriu Joaquim Barbosa, e testa como os brasileiros o respeitam ?
Onde já se viu um Presidente da Corte Suprema perseguir um juiz de primeira instância com a ferocidade que Gilmar Dantas (segundo Noblat) dedica a Fausto de Sanctis ?
Nem tudo está perdido.
É uma vergonha para o Brasil que um juiz como De Sanctis tenha que se submeter ao que ele já se submeteu.
De Sanctis teve que se submeter a uma CPI de Amigos de Dantas, em que o Presidente da CPI foi financiado pelo sócio de Dantas.
Um juiz que teve que depor como réu num processo sobre um grampo sem áudio.
Cadê o áudio, Ministro Gilmar ?
Cadê o áudio, Dr. Luiz Fernando Corrêa, o senhor que é acusado de torturar uma mulher, cadê o áudio, Dr. Corrêa ?
De Sanctis sofreu a pressão do próprio Tribunal Regional Federal de SP, que queria “promovê-lo”, para que não julgasse Dantas.
Um juiz que sofreu a pressão de três policiais federais, que, no dia em que decretou a prisão de Dantas, foram ao gabinete dele tentar demove-lo.
Que país é esse ?
Que democracia é essa ?
Paulo Lacerda foi degolado por Gilmar Dantas, segundo Noblat, e Nelson Jobim, por causa de um grampo sem áudio.
Protogenes Queiroz, o inclito delegado, também degolado por esse Golpe de Estado de Direita.
Sobraram Joaquim Barbosa, De Sanctis e o Ministério Público Federal.
Até que Gilmar Dantas (segundo Noblat) feche, como pretende, o Ministério Publico Federal.
Gilmar foi derrotado.
Ele perdeu uma batalha, mas não a guerra.
Ele vai voltar para cima de quem tentar prender brancos, ricos, de olhos azuis.
Aí, ele é implacável.
De Sanctis se salvou.
E o Brasil se rejubila.
E cumprimenta esse homem de coragem: Fausto de Sanctis.”
GILMAR (E) DANTAS NÃO CONSEGUIRAM ENFORCAR O CORAJOSO JUIZ FAUSTO DE SANCTIS: 8 a 6 !
“Seis juizes federais do Tribunal Regional Federal de São Paulo tentaram calar um juiz que prende criminosos do colarinho branco segundo seu melhor juízo de defensor da Lei.
Jamais se viu uma pressão tão poderosa partir de um Presidente da Suprema Corte contra um juiz de primeira instância.
Um Ministro do Supremo que trata os colegas como se fossem seus capangas, que comprometeu a credibilidade da Justiça no Brasil e se confere o direito de telefonar a uma governadora de estado para defender, de novo !!!, Daniel Dantas !!!
Que país é esse ?
O que queria Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat ?
Humilhar e subjugar de forma irremediável a justiça de primeira instância ?
Remeter as causas dos brancos e ricos, de olhos azuis às instâncias em que tem “facilidades” ?
Submeter e fechar as varas que combatem o crime do colarinho branco ?
O que queria Gilmar Dantas (segundo Noblat) ?
Consumar um Golpe de Estado de Direita, com a mão de gato do PiG (*) ?
Julgar juiz que condena rico por “indisciplina” ?
Prender rico é uma fria ?
Amedrontar os juizes de primeira instância ?
Felizmente, por um triz, o Supremo Presidente não enforcou De Sanctis.
Parece que Ele manda no Tribunal Regional de São Paulo menos do que Ele pensava.
Um juiz, De Sanctis, que decidiu segundo seu melhor juízo.
O Supremo Presidente do Supremo perseguiu um juiz que tem uma carreira de que os brasileiros se orgulham.
Por que o Supremo Presidente, ao contrário, não vai às ruas, como sugeriu Joaquim Barbosa, e testa como os brasileiros o respeitam ?
Onde já se viu um Presidente da Corte Suprema perseguir um juiz de primeira instância com a ferocidade que Gilmar Dantas (segundo Noblat) dedica a Fausto de Sanctis ?
Nem tudo está perdido.
É uma vergonha para o Brasil que um juiz como De Sanctis tenha que se submeter ao que ele já se submeteu.
De Sanctis teve que se submeter a uma CPI de Amigos de Dantas, em que o Presidente da CPI foi financiado pelo sócio de Dantas.
Um juiz que teve que depor como réu num processo sobre um grampo sem áudio.
Cadê o áudio, Ministro Gilmar ?
Cadê o áudio, Dr. Luiz Fernando Corrêa, o senhor que é acusado de torturar uma mulher, cadê o áudio, Dr. Corrêa ?
De Sanctis sofreu a pressão do próprio Tribunal Regional Federal de SP, que queria “promovê-lo”, para que não julgasse Dantas.
Um juiz que sofreu a pressão de três policiais federais, que, no dia em que decretou a prisão de Dantas, foram ao gabinete dele tentar demove-lo.
Que país é esse ?
Que democracia é essa ?
Paulo Lacerda foi degolado por Gilmar Dantas, segundo Noblat, e Nelson Jobim, por causa de um grampo sem áudio.
Protogenes Queiroz, o inclito delegado, também degolado por esse Golpe de Estado de Direita.
Sobraram Joaquim Barbosa, De Sanctis e o Ministério Público Federal.
Até que Gilmar Dantas (segundo Noblat) feche, como pretende, o Ministério Publico Federal.
Gilmar foi derrotado.
Ele perdeu uma batalha, mas não a guerra.
Ele vai voltar para cima de quem tentar prender brancos, ricos, de olhos azuis.
Aí, ele é implacável.
De Sanctis se salvou.
E o Brasil se rejubila.
E cumprimenta esse homem de coragem: Fausto de Sanctis.”
AMORIM DEFENDE VENEZUELA NO MERCOSUL, SOB REAÇÃO DE COLLOR
Li hoje no site “vermelho”:
O chanceler Celso Amorim defendeu, nesta quinta-feira, no Senado, a entrada da Venezuela no Mercosul, apesar da reação de parte dos parlamentares. A maior resistência partiu do ex-presidente, o senador Fernando Collor de Melo.
Amorim participou de uma audiência pública da Comissão de Relações Exteriores do Senado que analisa o tratado de adesão da Venezuela ao Mercosul, assinado pelos Governos de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai em julho de 2006.
Até agora, o tratado só foi ratificado pelos Congressos de Argentina e Uruguai, enquanto os de Paraguai e Brasil seguem em debate.
Amorim disse que o Mercosul é ''um núcleo dinâmico da integração latino-americana'' e destacou a importância da Venezuela, que tem ''o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) da América do Sul''. Para ele, a entrada desse país no bloco ''tem valor econômico, estratégico e simbólico''.
Nesse sentido, ele explicou que as exportações brasileiras para a Venezuela, que superam US$ 4 bilhões anuais, ''são maiores'' que as dirigidas a países como França, Itália, Rússia e Reino Unido.
Com um PIB de US$ 330 bilhões no ano passado, a Venezuela importa 75% dos alimentos que consome e se notabiliza por ter a sexta reserva de petróleo e a nona reserva de gás natural do mundo.
Ainda sobre essas trocas comerciais, as regiões Norte e Nordeste do Brasil se sobressaem como importantes emissários de produtos para a Venezuela, exibindo volume de negócios superior ao de muitos países que também exportam para lá.
Foi justamente esse um dos pontos levantados pelo governador de Roraima, José de Anchieta Junior, em favor da adesão da Venezuela ao Mercosul. De acordo com o governador, as economias dessas duas regiões atuam em complementaridade com as economias dos países andinos e caribenhos.
José de Anchieta Junior afirmou que a Região Norte será o portal da integração da Venezuela com o Mercosul - os estados de Roraima e Amazonas fazem fronteira com o país. Ele acredita que, se essa adesão se confirmar, Roraima, que tem 70% do PIB formado com recursos públicos, pode ter a chance de mudar sua matriz econômica.
''Não se está aqui para discutir a política interna, mas a integração dos povos de países da America do Sul para a criação de emprego e renda para as pessoas que precisam. Evitar a inserção da Venezuela no Mercosul é um retrocesso e vai inibir esse processo crescente de integração comercial'' previu o governador.
Contrário à adesão da Venezuela, Collor afirmou que o presidente do país vizinho, Hugo Chávez, ''luta por um projeto político próprio, que vai frontalmente contra o perfil da atuação externa do Brasil, que procura a paz, a integração e evita o confronto''.
Segundo ele - que deixou a Presidência da República (1990-1992) após acusações de corrupção e teve seus direitos políticos cassados por oito anos -, os princípios básicos de democracia, que norteiam a adesão de qualquer país ao Mercosul, não estariam sendo seguidos pela Venezuela.
O ex-presidente defendeu, inclusive, que a entrada da Venezuela no Mercosul poderia provocar graves rachas políticos no bloco pela ''falta de moderação de seu presidente'', que pode ''debilitar'' o processo de integração em vez de fortalecê-lo.
Amorim, que no fim de semana passado se reuniu com Chávez, em Caracas, respondeu dizendo que é ''impossível'' que o Brasil tenha parceiros ''feitos à sua imagem e semelhança'' e ressaltou o ''compromisso'' da Venezuela com a integração e o fomento do comércio regional.
A Comissão de Relações Exteriores continuará a análise do assunto e, caso não seja aprovado o tratado de adesão da Venezuela, o tema deverá ser submetido à votação no plenário do Senado.
Celso Amorim ponderou que um eventual atraso nesse ingresso poderia criar um clima político menos favorável ao processo. Em seguida, ele advertiu que o clima político é tão ou mais importante para o comércio que a revisão tarifária.
Ontem, em Caracas, Chávez manifestou sua esperança de que os trâmites para a entrada da Venezuela no bloco acabem antes do próximo dia 26 de maio, quando visitará o Brasil.”
O chanceler Celso Amorim defendeu, nesta quinta-feira, no Senado, a entrada da Venezuela no Mercosul, apesar da reação de parte dos parlamentares. A maior resistência partiu do ex-presidente, o senador Fernando Collor de Melo.
Amorim participou de uma audiência pública da Comissão de Relações Exteriores do Senado que analisa o tratado de adesão da Venezuela ao Mercosul, assinado pelos Governos de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai em julho de 2006.
Até agora, o tratado só foi ratificado pelos Congressos de Argentina e Uruguai, enquanto os de Paraguai e Brasil seguem em debate.
Amorim disse que o Mercosul é ''um núcleo dinâmico da integração latino-americana'' e destacou a importância da Venezuela, que tem ''o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) da América do Sul''. Para ele, a entrada desse país no bloco ''tem valor econômico, estratégico e simbólico''.
Nesse sentido, ele explicou que as exportações brasileiras para a Venezuela, que superam US$ 4 bilhões anuais, ''são maiores'' que as dirigidas a países como França, Itália, Rússia e Reino Unido.
Com um PIB de US$ 330 bilhões no ano passado, a Venezuela importa 75% dos alimentos que consome e se notabiliza por ter a sexta reserva de petróleo e a nona reserva de gás natural do mundo.
Ainda sobre essas trocas comerciais, as regiões Norte e Nordeste do Brasil se sobressaem como importantes emissários de produtos para a Venezuela, exibindo volume de negócios superior ao de muitos países que também exportam para lá.
Foi justamente esse um dos pontos levantados pelo governador de Roraima, José de Anchieta Junior, em favor da adesão da Venezuela ao Mercosul. De acordo com o governador, as economias dessas duas regiões atuam em complementaridade com as economias dos países andinos e caribenhos.
José de Anchieta Junior afirmou que a Região Norte será o portal da integração da Venezuela com o Mercosul - os estados de Roraima e Amazonas fazem fronteira com o país. Ele acredita que, se essa adesão se confirmar, Roraima, que tem 70% do PIB formado com recursos públicos, pode ter a chance de mudar sua matriz econômica.
''Não se está aqui para discutir a política interna, mas a integração dos povos de países da America do Sul para a criação de emprego e renda para as pessoas que precisam. Evitar a inserção da Venezuela no Mercosul é um retrocesso e vai inibir esse processo crescente de integração comercial'' previu o governador.
Contrário à adesão da Venezuela, Collor afirmou que o presidente do país vizinho, Hugo Chávez, ''luta por um projeto político próprio, que vai frontalmente contra o perfil da atuação externa do Brasil, que procura a paz, a integração e evita o confronto''.
Segundo ele - que deixou a Presidência da República (1990-1992) após acusações de corrupção e teve seus direitos políticos cassados por oito anos -, os princípios básicos de democracia, que norteiam a adesão de qualquer país ao Mercosul, não estariam sendo seguidos pela Venezuela.
O ex-presidente defendeu, inclusive, que a entrada da Venezuela no Mercosul poderia provocar graves rachas políticos no bloco pela ''falta de moderação de seu presidente'', que pode ''debilitar'' o processo de integração em vez de fortalecê-lo.
Amorim, que no fim de semana passado se reuniu com Chávez, em Caracas, respondeu dizendo que é ''impossível'' que o Brasil tenha parceiros ''feitos à sua imagem e semelhança'' e ressaltou o ''compromisso'' da Venezuela com a integração e o fomento do comércio regional.
A Comissão de Relações Exteriores continuará a análise do assunto e, caso não seja aprovado o tratado de adesão da Venezuela, o tema deverá ser submetido à votação no plenário do Senado.
Celso Amorim ponderou que um eventual atraso nesse ingresso poderia criar um clima político menos favorável ao processo. Em seguida, ele advertiu que o clima político é tão ou mais importante para o comércio que a revisão tarifária.
Ontem, em Caracas, Chávez manifestou sua esperança de que os trâmites para a entrada da Venezuela no bloco acabem antes do próximo dia 26 de maio, quando visitará o Brasil.”
LULA CHAMA DE IRRESPONSÁVEL PROPAGANDA DO PPS SOBRE POUPANÇA
Li hoje no site “vermelho”:
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como irresponsável a propaganda política do PPS em rádio e TV sobre as mudanças em estudo para as cadernetas de poupança.
No horário eleitoral, o PPS sugere que o atual governo fará mudanças na poupança semelhantes ao confisco de depósitos bancários realizado pelo governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello na década de 1990.
"Fico muito preocupado quando as pessoas começam a brincar com a economia. Teve um partido político que teve uma atitude insana, mentirosa e de irresponsabilidade total ao dizer que o governo brasileiro iria mexer na poupança", disse Lula a jornalistas, sem citar a legenda.
Lula admitiu que a equipe econômica está estudando alterações na fórmula de remuneração da poupança.
"O povo brasileiro me conhece, sabe do meu comportamento e das minhas atitudes e sabe que eu jamais iria tomar qualquer medida que pudesse prejudicar as pessoas que investem em poupança, que não é nem investimento. A poupança é apenas uma garantia de não desvalorização do dinheiro".
A mudança estudada pelo governo está associada à trajetória declinante da taxa de juros básica da economia (Selic) que torna o investimento em títulos públicos menos interessante para os grandes fundos. Desta forma, grandes investidores poderiam migrar para as cadernetas de poupança.
PT entrou com representação no TSE
Na semana passada, a assessoria jurídica do PT encaminhou um questionamento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as inserções do PPS. "Ao manipular informações com o objetivo de alarmar as pessoas, o PPS age como uma sublegenda dos neoliberais tucanos e a serviço do governador de São Paulo, José Serra. O PPS utiliza de forma indevida o horário partidário no rádio e televisão para espalhar o pânico" disse na ocasião o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).
Ele também criticou a gestão do ex-senador Roberto Freire (PE), atual presidente da legenda. Segundo Berzoini, o PPS está manipulando informações. "A utilização do horário eleitoral de modo indevido prejudica uma conquista democrática. É inadmissível que o PPS utilize o espaço reservado aos partidos como está fazendo, manipulando informações", disse o presidente do PT.”
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como irresponsável a propaganda política do PPS em rádio e TV sobre as mudanças em estudo para as cadernetas de poupança.
No horário eleitoral, o PPS sugere que o atual governo fará mudanças na poupança semelhantes ao confisco de depósitos bancários realizado pelo governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello na década de 1990.
"Fico muito preocupado quando as pessoas começam a brincar com a economia. Teve um partido político que teve uma atitude insana, mentirosa e de irresponsabilidade total ao dizer que o governo brasileiro iria mexer na poupança", disse Lula a jornalistas, sem citar a legenda.
Lula admitiu que a equipe econômica está estudando alterações na fórmula de remuneração da poupança.
"O povo brasileiro me conhece, sabe do meu comportamento e das minhas atitudes e sabe que eu jamais iria tomar qualquer medida que pudesse prejudicar as pessoas que investem em poupança, que não é nem investimento. A poupança é apenas uma garantia de não desvalorização do dinheiro".
A mudança estudada pelo governo está associada à trajetória declinante da taxa de juros básica da economia (Selic) que torna o investimento em títulos públicos menos interessante para os grandes fundos. Desta forma, grandes investidores poderiam migrar para as cadernetas de poupança.
PT entrou com representação no TSE
Na semana passada, a assessoria jurídica do PT encaminhou um questionamento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as inserções do PPS. "Ao manipular informações com o objetivo de alarmar as pessoas, o PPS age como uma sublegenda dos neoliberais tucanos e a serviço do governador de São Paulo, José Serra. O PPS utiliza de forma indevida o horário partidário no rádio e televisão para espalhar o pânico" disse na ocasião o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).
Ele também criticou a gestão do ex-senador Roberto Freire (PE), atual presidente da legenda. Segundo Berzoini, o PPS está manipulando informações. "A utilização do horário eleitoral de modo indevido prejudica uma conquista democrática. É inadmissível que o PPS utilize o espaço reservado aos partidos como está fazendo, manipulando informações", disse o presidente do PT.”
CARTA ABERTA À FOLHA
O jornal Folha de São Paulo ontem publicou o artigo abaixo. Os autores assinam o texto em nome dos congressistas integrantes da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. São signatários do texto: Florisvaldo Fier, o Dr. Rosinha, médico, servidor público e deputado federal (PT-PR); Cláudio Diaz, veterinário, pecuarista e deputado federal (PSDB-RS); Pedro Simon, advogado, professor e senador da República (PMDB-RS); e Aloizio Mercadante, economista, professor e senador da República (PT-SP):
OS "MERCOCÉTICOS" TALVEZ CONSIDEREM QUE O MERCOSUL E SEU PARLAMENTO NÃO TÊM RELEVÂNCIA. DISCORDAMOS
Este jornal , em editorial de 14/4, com o agressivo título "Cabide parlamentar", acusa o Congresso de "ilimitada desfaçatez" por estar estudando a implantação de quatro vagas para a representação dos brasileiros que vivem no exterior e de 75 vagas, a partir de 2014, para o Parlamento do Mercosul.
Lamentamos que a Folha se refira ao Congresso Nacional em termos tão ofensivos. Ademais, como a proposta de criação da representação direta para o Parlamento do Mercosul vem sendo discutida em conjunto com políticos da Argentina, do Paraguai e do Uruguai, a ofensa se estende aos legisladores desses países.
Os parlamentares do Mercosul não estão agindo com desfaçatez. Na realidade, estão só tentando cumprir o previsto no Protocolo Constitutivo do Parlamento do Mercosul.
Esse protocolo, assinado pelos Poderes Executivos, é um compromisso internacional ratificado pelos Estados-partes do Mercosul. Ele prevê, em seu artigo 6º, que "os parlamentares serão eleitos pelos cidadãos dos respectivos Estados-partes, por meio de sufrágio direto, universal e secreto".
Assim, a atual fase do Parlamento do Mercosul, na qual os parlamentares são designados a partir de seus Legislativos nacionais, representa uma "primeira etapa de transição", que terá de terminar, conforme o protocolo, em 31/12/10.
Agregue-se que o protocolo também determinou que a proposta com o número de parlamentares por país para que se estabeleça a representação direta teria de ser aprovada no Parlamento até 31/12/07. O Paraguai, inclusive, já realizou eleições diretas para eleger seus representantes.
Portanto, essa discussão, longe de ser oportunista, está muito atrasada. E está atrasada por um motivo: havia resistências a que o Brasil tivesse um número maior de representantes. Essas resistências estavam sendo duramente negociadas. Elas só foram vencidas na reunião do último dia 28, na qual acordou-se que, no período entre 2010 e 2014, o Brasil, em consonância com a austeridade que a crise demanda, terá só 37 parlamentares.
Os "mercocéticos" talvez considerem que o Mercosul e seu Parlamento não têm relevância. Discordamos. Hoje, o Mercosul tem grande importância para todos os países do bloco. Se incluirmos também os Estados que participam de sua área de livre comércio, veremos que o Mercosul foi responsável, em 2008, por cerca de 19% das exportações brasileiras, ao passo que os EUA responderam por 14%. Saliente-se que essa corrente de comércio regional é fortemente superavitária para o Brasil, tendo gerado, no ano passado, US$ 14,4 bilhões de saldo positivo, mais da metade do saldo total (US$ 24,8 bilhões).
Mas a importância maior do Mercosul é estratégica, política e social, o que implica paciente criação de cidadania comum, a qual consolidará o bloco. Para tanto, o Parlamento do Mercosul é fundamental.
Esse jovem Legislativo regional vem elaborando propostas relativas ao enfrentamento conjunto da crise, ao reconhecimento de títulos e diplomas, à livre circulação de trabalhadores, à harmonização da legislação trabalhista e previdenciária, bem como a outros temas substanciais. O Parlamento já é também um relevante órgão mediador de conflitos bilaterais, como o relativo a Itaipu.
O fato de haver conflitos comerciais no Mercosul não obsta a criação de um Parlamento regional inspirado no Parlamento Europeu. Pelo contrário: a experiência europeia mostra que a criação de instituições supranacionais contribui para a superação dos conflitos.
Considere-se, além disso, que os processos de integração regionais não podem prescindir de instituições democráticas multilaterais que os consolidem no interesse do cidadão comum. Assim, a construção do Parlamento do Mercosul faz parte de uma tendência de paulatina implantação de cidadanias multinacionais.
Por último, lamentamos que a Folha se oponha aos avanços democráticos regionais com base em mensuração precipitada e exagerada dos seus custos financeiros. O funcionamento das instituições democráticas infelizmente gera custos. Ditaduras, não. Ditaduras são, desse ponto de vista estreito, baratas. Basta um ditador com desfaçatez absoluta. Não são necessários os Legislativos. Não precisa nem de imprensa livre.
É claro que, nesse caso, somos forçados a renunciar a certos "luxos democráticos". Como poder escrever editoriais ofensivos ao Congresso Nacional e aos Legislativos de países vizinhos. Essa liberdade, a Folha certamente concordará, não tem preço.”
OS "MERCOCÉTICOS" TALVEZ CONSIDEREM QUE O MERCOSUL E SEU PARLAMENTO NÃO TÊM RELEVÂNCIA. DISCORDAMOS
Este jornal , em editorial de 14/4, com o agressivo título "Cabide parlamentar", acusa o Congresso de "ilimitada desfaçatez" por estar estudando a implantação de quatro vagas para a representação dos brasileiros que vivem no exterior e de 75 vagas, a partir de 2014, para o Parlamento do Mercosul.
Lamentamos que a Folha se refira ao Congresso Nacional em termos tão ofensivos. Ademais, como a proposta de criação da representação direta para o Parlamento do Mercosul vem sendo discutida em conjunto com políticos da Argentina, do Paraguai e do Uruguai, a ofensa se estende aos legisladores desses países.
Os parlamentares do Mercosul não estão agindo com desfaçatez. Na realidade, estão só tentando cumprir o previsto no Protocolo Constitutivo do Parlamento do Mercosul.
Esse protocolo, assinado pelos Poderes Executivos, é um compromisso internacional ratificado pelos Estados-partes do Mercosul. Ele prevê, em seu artigo 6º, que "os parlamentares serão eleitos pelos cidadãos dos respectivos Estados-partes, por meio de sufrágio direto, universal e secreto".
Assim, a atual fase do Parlamento do Mercosul, na qual os parlamentares são designados a partir de seus Legislativos nacionais, representa uma "primeira etapa de transição", que terá de terminar, conforme o protocolo, em 31/12/10.
Agregue-se que o protocolo também determinou que a proposta com o número de parlamentares por país para que se estabeleça a representação direta teria de ser aprovada no Parlamento até 31/12/07. O Paraguai, inclusive, já realizou eleições diretas para eleger seus representantes.
Portanto, essa discussão, longe de ser oportunista, está muito atrasada. E está atrasada por um motivo: havia resistências a que o Brasil tivesse um número maior de representantes. Essas resistências estavam sendo duramente negociadas. Elas só foram vencidas na reunião do último dia 28, na qual acordou-se que, no período entre 2010 e 2014, o Brasil, em consonância com a austeridade que a crise demanda, terá só 37 parlamentares.
Os "mercocéticos" talvez considerem que o Mercosul e seu Parlamento não têm relevância. Discordamos. Hoje, o Mercosul tem grande importância para todos os países do bloco. Se incluirmos também os Estados que participam de sua área de livre comércio, veremos que o Mercosul foi responsável, em 2008, por cerca de 19% das exportações brasileiras, ao passo que os EUA responderam por 14%. Saliente-se que essa corrente de comércio regional é fortemente superavitária para o Brasil, tendo gerado, no ano passado, US$ 14,4 bilhões de saldo positivo, mais da metade do saldo total (US$ 24,8 bilhões).
Mas a importância maior do Mercosul é estratégica, política e social, o que implica paciente criação de cidadania comum, a qual consolidará o bloco. Para tanto, o Parlamento do Mercosul é fundamental.
Esse jovem Legislativo regional vem elaborando propostas relativas ao enfrentamento conjunto da crise, ao reconhecimento de títulos e diplomas, à livre circulação de trabalhadores, à harmonização da legislação trabalhista e previdenciária, bem como a outros temas substanciais. O Parlamento já é também um relevante órgão mediador de conflitos bilaterais, como o relativo a Itaipu.
O fato de haver conflitos comerciais no Mercosul não obsta a criação de um Parlamento regional inspirado no Parlamento Europeu. Pelo contrário: a experiência europeia mostra que a criação de instituições supranacionais contribui para a superação dos conflitos.
Considere-se, além disso, que os processos de integração regionais não podem prescindir de instituições democráticas multilaterais que os consolidem no interesse do cidadão comum. Assim, a construção do Parlamento do Mercosul faz parte de uma tendência de paulatina implantação de cidadanias multinacionais.
Por último, lamentamos que a Folha se oponha aos avanços democráticos regionais com base em mensuração precipitada e exagerada dos seus custos financeiros. O funcionamento das instituições democráticas infelizmente gera custos. Ditaduras, não. Ditaduras são, desse ponto de vista estreito, baratas. Basta um ditador com desfaçatez absoluta. Não são necessários os Legislativos. Não precisa nem de imprensa livre.
É claro que, nesse caso, somos forçados a renunciar a certos "luxos democráticos". Como poder escrever editoriais ofensivos ao Congresso Nacional e aos Legislativos de países vizinhos. Essa liberdade, a Folha certamente concordará, não tem preço.”
LULA DIZ QUE BRASIL TEM MAIS CONDIÇÕES QUE A CHINA PARA SAIR DA CRISE
A agência espanhola de notícias EFE ontem publicou (li no UOL):
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que o Brasil tem "melhores condições" que a China para superar a crise econômica internacional.
Em discurso a mil trabalhadores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Lula destacou que as atuais "condições políticas" fazem o país ter "mais capacidade" para superar a crise financeira.
O presidente também disse que, "hoje, nenhum país no mundo está mais preparado para enfrentar a crise que o Brasil". "Não existe. Possivelmente, a China está em condições tão boas como o Brasil", acrescentou.
"Mas lá, o Partido (Comunista) pode muito. Lá, quando o partido decide, acontece. Aqui temos que ouvir muitas coisas, temos um Congresso livre, imprensa livre, temos sindicatos e muitas outras coisas que criamos, mais ferramentas", ressaltou.
O governante também deu destaque ao plano de investimentos de seu Governo, que se manteve apesar da crise.
"Em vez de evitar fazer investimentos, estamos investindo mais de R$ 600 bilhões em obras públicas", frisou. “
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que o Brasil tem "melhores condições" que a China para superar a crise econômica internacional.
Em discurso a mil trabalhadores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Lula destacou que as atuais "condições políticas" fazem o país ter "mais capacidade" para superar a crise financeira.
O presidente também disse que, "hoje, nenhum país no mundo está mais preparado para enfrentar a crise que o Brasil". "Não existe. Possivelmente, a China está em condições tão boas como o Brasil", acrescentou.
"Mas lá, o Partido (Comunista) pode muito. Lá, quando o partido decide, acontece. Aqui temos que ouvir muitas coisas, temos um Congresso livre, imprensa livre, temos sindicatos e muitas outras coisas que criamos, mais ferramentas", ressaltou.
O governante também deu destaque ao plano de investimentos de seu Governo, que se manteve apesar da crise.
"Em vez de evitar fazer investimentos, estamos investindo mais de R$ 600 bilhões em obras públicas", frisou. “
BOVESPA SOBE 0,13% NO DIA E TEM MAIOR ALTA MENSAL DESDE FEVEREIRO DE 2005
Li ontem no UOL o seguinte texto produzido com informações da agência espanhola de notícias EFE e norte-americana Reuters e do jornal Valor Online:
“A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) subiu 0,13% nesta quinta-feira, aos 47.289,53 pontos. Durante o dia, chegou a subir quase 2% e ultrapassar os 48 mil pontos, mas após o anúncio de concordata da Chrysler, reduziu o ritmo de alta. Ainda assim, o índice atingiu a oitava semana seguida de valorização, com ganho acumulado de 15,55% no mês de abril, o maior desde fevereiro de 2005.
A cotação do dólar comercial caiu 5,91% em abril, maior queda mensal desde setembro de 2007, e fechou em R$ 2,182 na venda. Nesta quinta-feira, a moeda americana subiu 0,51%. No quadrimestre, acumulou uma desvalorização de 6,47%.Depois de tentar um acordo com os credores e não conseguir resultado, a montadora norte-americana entrou com pedido de proteção à lei de falências (equivalente à antiga concordata brasileira) nos Estados Unidos. Isso inclui a requisição de rápida aprovação de aliança com Fiat, companhia que terá, inicialmente, 20% de participação na americana.
O anúncio trouxe o alerta de volta ao mercado de ações, que já estava se recuperando do temor de que o surto de gripe suína atinja a economia mundial e cause mais estragos além dos causados pela crise.
Pela manhã, os investidores operavam animados com o corte de 1 ponto percentual na taxa básica de juros brasileira, a Selic, que chegou a 10,25% ao ano, o menor patamar desde 1999.
Nos EUA, apesar da queda de 0,2% nos gastos do consumidor em março, ajudava nos negócios a notícia de que o número de pedidos de auxílio-desemprego no país diminuíram em 14 mil na semana passada.
BOLSAS NO MUNDO
Na Ásia, as Bolsas dispararam depois que uma queda recorde nos estoques empresariais dos EUA no primeiro trimestre e gastos surpreendentemente fortes do consumidor norte-americano foram interpretados por economistas como pontos positivos para a retomada do crescimento da maior economia do mundo nos próximos meses.
Na Europa, os mercados também fecharam em alta. Investidores mostraram cautela em meio ao alerta da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que uma pandemia de gripe suína é iminente, mas analistas disseram que o problema pode passar sem qualquer impacto significativo na economia.
As ações do setor farmacêutico se fortaleceram na expectativa de que a demanda por medicamentos e vacinas cresça. Os papéis da GlaxoSmithKline subiram 1%, os da Novartis avançaram 1,6% e os da Sanofi-Aventis tiveram ganho de 0,9%.”
“A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) subiu 0,13% nesta quinta-feira, aos 47.289,53 pontos. Durante o dia, chegou a subir quase 2% e ultrapassar os 48 mil pontos, mas após o anúncio de concordata da Chrysler, reduziu o ritmo de alta. Ainda assim, o índice atingiu a oitava semana seguida de valorização, com ganho acumulado de 15,55% no mês de abril, o maior desde fevereiro de 2005.
A cotação do dólar comercial caiu 5,91% em abril, maior queda mensal desde setembro de 2007, e fechou em R$ 2,182 na venda. Nesta quinta-feira, a moeda americana subiu 0,51%. No quadrimestre, acumulou uma desvalorização de 6,47%.Depois de tentar um acordo com os credores e não conseguir resultado, a montadora norte-americana entrou com pedido de proteção à lei de falências (equivalente à antiga concordata brasileira) nos Estados Unidos. Isso inclui a requisição de rápida aprovação de aliança com Fiat, companhia que terá, inicialmente, 20% de participação na americana.
O anúncio trouxe o alerta de volta ao mercado de ações, que já estava se recuperando do temor de que o surto de gripe suína atinja a economia mundial e cause mais estragos além dos causados pela crise.
Pela manhã, os investidores operavam animados com o corte de 1 ponto percentual na taxa básica de juros brasileira, a Selic, que chegou a 10,25% ao ano, o menor patamar desde 1999.
Nos EUA, apesar da queda de 0,2% nos gastos do consumidor em março, ajudava nos negócios a notícia de que o número de pedidos de auxílio-desemprego no país diminuíram em 14 mil na semana passada.
BOLSAS NO MUNDO
Na Ásia, as Bolsas dispararam depois que uma queda recorde nos estoques empresariais dos EUA no primeiro trimestre e gastos surpreendentemente fortes do consumidor norte-americano foram interpretados por economistas como pontos positivos para a retomada do crescimento da maior economia do mundo nos próximos meses.
Na Europa, os mercados também fecharam em alta. Investidores mostraram cautela em meio ao alerta da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que uma pandemia de gripe suína é iminente, mas analistas disseram que o problema pode passar sem qualquer impacto significativo na economia.
As ações do setor farmacêutico se fortaleceram na expectativa de que a demanda por medicamentos e vacinas cresça. Os papéis da GlaxoSmithKline subiram 1%, os da Novartis avançaram 1,6% e os da Sanofi-Aventis tiveram ganho de 0,9%.”
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