Por João Vergílio Cuter
“A ombudsman da Folha, Suzana Singer, está se recusando sistematicamente a entrar no mérito da cobertura das eleições feita por seu jornal. Gastou a coluna TODA desta semana para falar a respeito da carta de um leitor que reclamava de um título preconceituoso ("Copa experimenta dia de África", referindo-se à desorganização do evento). Tudo bem falar disso.
Mas a cobertura desta semana do caso do "dossiê" experimentou uma mudança de tom que só pode ser explicada como retaliação contra a atitude de Dilma Rousseff de recusar-se a participar do debate organizado pelo jornal. Ela não pode dizer que não recebeu cartas reclamando disso, e não é correto o jornal utilizar a informação como instrumento de pressão. Se discorda da atitude de Dilma, diga isso claramente, em editorial. O que não faz nenhum sentido é referir-se ao comando da campanha de Dilma Rousseff como "central de espionagem" em função de um dossiê imaginário, que confessadamente nunca existiu.”
FONTE: publicado no blog do jornalista Luis Nassif.
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