terça-feira, 2 de abril de 2013

OS AMERICANOS NÃO ENGOLEM A PETROBRÁS


Do portal “Conversa Afiada”:

O PIG (*) FAZ O QUE OS AMERICANOS AINDA QUEREM: O PRÉ-SAL DEVE SER DA CHEVRON !

Saiu no blog “Limpinho & Cheiroso” texto de Mauro Santayana:

 

Mauro Santayana: O GOLPE DA INFORMAÇÃO


“Historiador a serviço da CIA revela como ideias e recursos dos Estados Unidos seduziram a imprensa brasileira nos anos 1950 e semearam o golpe.


Mauro Santayana, via “Rede Brasil Atual

“Há 48 anos, quando o Brasil vislumbrava reformas constitucionais necessárias a seu desenvolvimento, os Estados Unidos financiaram e orientaram o golpe militar. E interromperam uma vez mais um projeto nacional proposto em 1930 por Vargas. Os acadêmicos podem construir teses sofisticadas sobre a superioridade dos países nórdicos para explicar o desenvolvimento da Europa e dos norte-americanos e as dificuldades dos demais povos em acompanhá-los, mas a razão é outra. Com superioridade bélica, desde sempre, impuseram-se como conquistadores do espaço e saqueadores dos bens alheios, os quais lhes permitiram o grande desenvolvimento científico e militar nos séculos 19 e 20 e sua supremacia sobre o resto do mundo.

Pode-se ver a origem do golpe de 1964 mais próxima uma década antes. Em 1953, diante da resistência de Getúlio, que quis limitar as remessas de lucros e criou a Petrobras e a Eletrobras para nos dar autonomia energética, a ação “diplomática” dos Estados Unidos cercou o governo. Com o aliciamento de alguns jornalistas e dinheiro vivo distribuído aos grandes barões da imprensa da época, construiu a crise política interna. Entre a lei que criou a Petrobras e a morte de Getúlio, em 24 de agosto de 1954, o Brasil viveu período conturbado igual aos três anos entre a renúncia de Jânio e 1964.
A propósito do projeto de Getúlio, seria importante a tradução no Brasil de um livro no qual essa operação é narrada em detalhes: “The americanization of Brazil – A study of US cold war diplomacy in the third world, 1945-1954”. Um estudo sobre a diplomacia norte-americana para o Terceiro Mundo em tempos de Guerra Fria. O autor, Gerald K. Haines, é identificado pela editora SR Books como historiador sênior a serviço da CIA, o que lhe confere toda a credibilidade.

Haines mostra como os donos dos grandes jornais da época foram “convencidos” a combater o monopólio estatal, até mesmo com textos produzidos na própria embaixada, no Rio. E lembra a visita ao Brasil do secretário de Estado Edward Miller, com a missão de pressionar o governo a abrir a exploração do petróleo às empresas norte-americanas. O presidente da “Standard Oil” nos Estados Unidos, Eugene Holman, orientou Miller a nos vender a ideia de que só assim o Brasil se desenvolveria. Mas o povo foi às ruas e obrigou o Congresso a impor o monopólio.

A domesticação dos meios de informação do Brasil começara ainda no governo Dutra. Os norte-americanos usaram as excelentes relações entre os intelectuais e jornalistas e o embaixador Jefferson Caffery, nos meses em que o Brasil decidira por aliar-se aos Estados Unidos na luta contra o nazifascismo, em benefício de sua expansão neocolonialista.

A criação da Petrobras levou os ianques ao paroxismo contra Vargas, e os meios de comunicação acompanhavam a histeria norte-americana. A estatal era vista como empresa feita com o amadorismo irresponsável dos ignorantes.

A morte de Vargas não esmoreceu os grupos que tentaram, em 11 de novembro do ano seguinte, impedir a posse de Juscelino. O golpe de Estado foi frustrado pela ação rápida do general Teixeira Lott. Em 1964, a desorganização das forças populares favoreceu a vitória dos norte-americanos, que voltaram a domesticar a imprensa e o Parlamento e manipularam os chefes militares brasileiros.

Os êxitos do governo atual e a nova arregimentação antinacional contra a Petrobras – agora com o pré-sal – devem mobilizar os trabalhadores que não estão dispostos a viver o que já conhecemos. Sabem que a situação internacional tende para a direita, e não podemos repetir apenas que o povo esmagará os golpistas. É necessário não só exercer a vigilância, mas agir, de forma organizada e já, para promover a unidade nacional em defesa do desenvolvimento de nosso país.”

FONTE: transcrição de texto de Mauro Santayana, transcrito no Rede Brasil Atual” e no portal “Conversa Afiada”  (http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/04/01/santayana-os-americanos-nao-engolem-a-petrobras/).

9 comentários:

vanderlei nogueira disse...

Não condiz com a realidade, porque os americanos são os principais sócios acionistas da Petrobras.

Política disse...

Vanderlei,
Gostaria de conhecer essa sua informação, que mostraria que os norte-americanos detêm o maior nº de ações ordinárias da Petrobras, bem como conhecer a distribuição percentual dos demais acionistas, por nacionalidade. De qualquer forma, para eles, isso é pouco. Querem muito mais do que ações em mãos de estadunidenses.
Maria Tereza

Probus disse...

Publicado em 03/02/2012: "SANTAYANA DENUNCIA UM GOLPE CONTRA A PETROBRÁS"

MUDANÇAS NA PETROBRÁS E A SOBERANIA DO PAÍS

Por Mauro Santayana

Certos jornais e alguns de seus analistas políticos estão, de maneira dissimulada e com as artimanhas conhecidas, insinuando e apoiando a saída do geólogo Guilherme Estrella da mais importante das diretorias da Petrobras, a que cuida, exatamente, da pesquisa e produção. Do ponto de vista técnico, parece improvável que o Brasil disponha de outro quadro como Estrella. Ele entrou para a empresa mediante concurso público, há 48 anos, logo depois de formado – e se destacou, em seguida, como um dos mais competentes profissionais da instituição.

Sua trajetória, a partir de então, se insere na construção da história da empresa. Participou das primeiras pesquisas e exploração do óleo no mar brasileiro. A partir de suas investigações teóricas sobre a geologia marítima, conduziu os estudos pioneiros que levaram à descoberta das jazidas do pré-sal. Como geólogo de campo, e trabalhando para a Petrobrás no Iraque, descobriu, em 1976, o gigantesco campo de Majnoon, com reservas superiores a 10 bilhões de barris. Como se sabe, o Brasil renunciou à exploração desse campo, por iniciativa do então Ministro de Minas e Energia, Shigeaki Ueki.

Estrella foi o coordenador da instigante investigação científica, que atribui a origem do petróleo brasileiro a depósitos lacustres, anteriores à separação dos continentes africano e sulamericano. Assim se formou o pré-sal, com o Atlântico ocupando o espaço lentamente aberto, durante séculos geológicos. O diretor de Pesquisa e Produção da Petrobrás é, assim, um dos mais importantes geólogos do mundo. Sem dúvida, é o mais competente profissional da área em nosso país, ao associar o saber teórico à prática, como pesquisador de campo – que foi durante décadas – e ao êxito no cumprimento da responsabilidade pela descoberta e produção de nossas jazidas.

Mas o geólogo Guilherme Estrella tem dois defeitos gravíssimos, e, por isso, todos os interesses antinacionais – internos e externos – se unem para derrubá-lo, neste momento de mudanças na empresa. O primeiro deles é o seu confessado nacionalismo. O diretor de pesquisas e exploração foi nomeado pelo governo Lula, em sua política de recuperar a empresa, minada pela administração entreguista e irresponsável do governo Fernando Henrique Cardoso.

Seu antecessor no cargo, José Coutinho Barbosa, protelava as perfurações exploratórias, a fim de que, ao vencer o prazo para as prospecções, em agosto de 2003, as áreas novas fossem devolvidas à ANP. Com isso, seriam outra vez levadas a leilão, a fim de serem arrematadas pelas empresas estrangeiras. Em poucos meses – de janeiro a agosto – Guilherme acionou a equipe de geólogos, conduziu-a com seu entusiasmo e capacidade de trabalho, e conseguiu descobrir mais seis bilhões de barris, dos 14 bilhões das reservas brasileiras antes do pré-sal. Assim, impediu a grande trapaça que estava em andamento.

A outra razão é a transparente visão humanística de Guilherme Estrela. O geólogo não separa a ciência de sua responsabilidade pela busca da justiça e da igualdade social para todos os homens. Em dezembro último, ao falar em Doha, no Qatar, durante o 20º Congresso Mundial do Petróleo, ele, depois de seu excurso técnico sobre o óleo no mundo, suas reservas e perspectivas, aproveitou sua palestra para denunciar o sofrimento de grande parte da humanidade, sobretudo da parcela africana, em conseqüência da desigualdade e da injustiça. “Todos nós devemos ter vergonha disso” – resumiu.

Probus disse...

CONTINUAÇÃO:

Os maiores interessados na substituição de Guilherme Estrella são, em primeiro lugar, as empresas multinacionais, que têm, no profissional, o principal guardião dos interesses brasileiros. Não só as petrolíferas, mas, também, as fornecedoras de equipamentos. Desde 2003, o diretor de Pesquisa e Exploração da Petrobrás vem revertendo, na medida do possível, a danosa situação imposta pelo governo neoliberal, que, ao nivelar, nos mesmos direitos legais, as empresas estrangeiras com as brasileiras, promoveu a falência de indústrias nacionais, entre elas algumas fornecedoras de equipamentos para a Petrobras.

Guilherme Estrella tem procurado encaminhar as encomendas para as empresas genuinamente brasileiras, sem prejudicar o desempenho da Petrobrás como um todo. Graças a essa política, ditada pelo interesse nacional, e recomendada pelo governo, reativou-se a indústria naval, e as plataformas, antes encomendadas no Exterior, estão sendo produzidas no Brasil, com a redução da participação estrangeira ao absolutamente necessário.

Outros interessados pela substituição do diretor são os notórios fisiólogos do PMDB. Como é de incumbência dessa diretoria as compras de equipamentos caros e pesados, ela vem sendo disputada pelo partido. Está claro que o ministro Edison Lobão deseja a substituição de Guilherme Estrella. Mas é improvável que o padrinho político do Ministro, o senador José Sarney – reconhecidamente um nacionalista – aceite, e nesse momento internacional difícil, a co-responsabilidade pela saída do atual diretor de Pesquisa e Produção da Petrobrás. Recorde-se que em seu governo o presidente Sarney resistiu e não privatizou nenhuma empresa. E quando Fernando Henrique decidiu privatizar a Vale do Rio Doce, Sarney escreveu-lhe uma carta vigorosa condenando a iniciativa.

O conhecimento é o principal instrumento da soberania. Homens como Guilherme Estrella não se escolhem com critérios políticos menores, mas, sim, em decisões maiores de política de Estado. E cabe um esclarecimento: quando Lobão diz que o diretor está pretendendo deixar o cargo, emite um palpite, ou expressa desejo pessoal – que não lhe cabe manifestar. Ao ministro cabe executar uma política de governo.

É certo que os inimigos do geólogo o têm submetido a solerte guerra de desgaste, com o propósito, deliberado, de provocar uma reação emocional de sua parte. Mas Estrella é bastante arguto para perceber quem está por detrás da campanha para afastá-lo. Aos 69 anos, está ainda jovem para abandonar a missão de que se encarregou, no dia em que começou a trabalhar na empresa – a primeira e única ocupação de sua vida. Ele sabe, que, no fundo, isso constituiria quase um ato de traição ao Brasil e ao seu povo.

Não lhe cabe, por isso mesmo, demitir-se do cargo que ocupa.

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/02/03/santayana-denuncia-um-golpe-contra-a-petrobras/

P.S. Essa DILMA é um perigo!!

Probus disse...

"Não foi para isso que elegemos o PT, não foi para isso que seguimos o presidente Lula nos últimos anos. Se é para privatizar, deixem que os tucanos sabem fazer isso muito melhor", concluiu o senador paranaense.

Requião: leilão de petróleo que a ANP marcou é um escândalo

Senador denunciou que a ANP quer dar 30 bilhões de barris às múltis, duas vezes mais que as reservas confirmadas. “Não foi para isso que elegemos o PT”

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirmou na quarta-feira (27), no plenário do Senado, que a barragem de críticas da oposição e da mídia ao desempenho da Petrobrás é uma artimanha "para desviar a atenção dos brasileiros para o verdadeiro escândalo que se anuncia". "O escândalo vai acontecer nos dias 14 e 15 de maio próximo. Nestes dias, a Agência Nacional de Petróleo leiloa 289 blocos de reservas de petróleo, distribuídos por 11 bacias sedimentares. A senhora Magda Chambriard, diretora-geral da Agência, estima que o potencial desses blocos possa somar um volume de 30 bilhões de barris de óleo", denunciou o senador.

"E atenção, senhoras e senhoras senadores. As reservas brasileiras de petróleo conhecidas hoje somam 14 bilhões de barris. Logo, o governo vai entregar para o mercado duas vezes mais que as nossas reservas confirmadas", lembrou. "E quem serão os felizardos ganhadores desse mega leilão?", indagou o parlamentar. O próprio Requião respondeu, citando denúncia do sindicalista Emanuel Cancella, diretor do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Petroleiros.

"Ele [Cancella] faz uma gravíssima observação, em artigo publicado no sítio do jornalista Luís Carlos Azenha. Diz que, se nos leilões anteriores, a Petrobrás teve uma posição arrojada, arrematando a maior parte dos blocos, reduzindo as perdas para a nação, desta vez a empresa entrará na disputa de mãos atadas, sob a síndrome do prejuízo que lhe foi imputado falsamente, já que teve um lucro de 21 bilhões de reais", revela Requião.

O senador paranaense cobrou que "a oposição e a mídia falam muito de supostos erros gerenciais da estatal, mas silenciam sobre o leilão, omitem-se e assim acobertam o verdadeiro escândalo que o governo e a Agência Nacional de Petróleo vão patrocinar, com data e hora marcadas". "Não ouço das irmãs siamesas - oposição e mídia- nenhum pio, por miúdo que fosse. Tão diligentes, tão cuidadosas com as trapalhadas petrolíferas da Petrobrás no mercado, calam-se diante deste megaescândalo que se anuncia. Ficaria encantado se oposição, também neste caso, manifestasse ímpetos de verde-amarelismo, como no caso que a entretém", destacou.

Requião lembrou que "ao contrário da disposição manifestada nos leilões anteriores, vê-se agora uma Petrobrás acuada, diminuída, sensível à pesadíssima barragem de notícias negativas, dos ataques, e da manipulação de informações de que está sendo vítima".

"A senhora [Graça] Foster, fazendo poses de executiva responsável", prosseguiu o peemedebista, "gasta todo o seu tempo para acalmar e agradar a oposição, a mídia e o mercado. Reage com extrema timidez e excesso de bons modos à corrosão da imagem da empresa". A mesma reação tíbia da base do governo, a que pertenço, e do próprio governo.

Probus disse...

Requião lembra que as mudanças da lei do petróleo, no governo Lula, adotando o modelo de compartilhamento e fazendo da Petrobrás operadora única do pré-sal, despertou a ira dos multinacionais. E citando informações do sindicalista sobre telegramas trocados entre as multinacionais vazados pelo Wikileaks, ele afirma que elas decidiram agir com cautela "para não despertar o nacionalismo dos brasileiros". "Talvez a cautela dê bons resultados no próximo leilão, diante de uma Petrobrás fragilizada pelos ataques", diz o senador.

"Não quero dizer que a oposição esteja agindo em conluio com as sete irmãs, e algumas primas, do petróleo mundial. Embora, às vezes, a mais alucinada das teorias da conspiração revele-se verdade factual. E eu que já declarei aqui ter medo de fantasmas, dessas almas penadas que teimam nos assombrar com as idéias fossilizadas da casa grande, reconheço que também acredito em bruxas e conspirações".

Segundo Requião, além da barragem de fogo da mídia, da oposição e do mercado, Emanuel Cancella alerta ainda que a interminável discussão sobre os royalties do petróleo desvia a atenção dos brasileiros da 11ª rodada de leilões da ANP: "Os royalties funcionam como ‘boi de piranha’. Mas enquanto as piranhas comem um boi, passa a boiada. Enquanto se discute os royalties que representam 10 por cento da indústria do petróleo, as multinacionais levam os 90 por cento", alerta.

"Os meios de comunicação, especialmente a Rede Globo, que promoveu uma irônica contrafação da campanha "o petróleo é nosso", deram uma contribuição inestimável para afastar da preocupação dos brasileiros desse atentado contra a nossa soberania", denunciou Requião. "Provavelmente não se conheça na história recente de nosso planeta uma atividade econômica tão cercada de conspirações, golpes de Estado, guerras, assassinatos, violência quanto à exploração do petróleo", acrescentou.

"A disputa por essa fonte de energia", destacou Requião, "marcou as grandes crises internacionais no final do século 19, durante todo o século 20 e nesta primeira década do século 21". "Do assalto norte-americano ao México, há um século, à invasão do Iraque, que faz dez anos, até a deposição de Muamar Kadafi, há um ano, o petróleo é o senhor da guerra", alertou. "O petróleo foi - e é - um dos produtos simbólicos do neo-colonialismo, do poderio das transnacionais".

"O oval da Esso, a concha da Shell, a estrela da Texaco eram os alvos mais destacados, imediatos, dos povos que lutavam para sacudir o jugo imperial. As sete irmãs, e suas contraparentes nacionais, mudaram os métodos, civilizaram-se. Trocaram o "big stick" pelos afagos, por seduzir e corromper. Substituíram as tropas e os canhões pela abdução dos meios de comunicação, hoje sua infantaria na conquista da opinião pública, na submissão dos poderes constituídos, na subordinação dos agentes públicos", lembrou.

Probus disse...

E, citando novamente o sindicalista Emanuel Cancella, Requião diz ter a impressão de estar assistindo "o grande conluio entre as classes dominantes e seus representantes em todas as esferas – executivo, legislativo, judiciário, grande mídia – para desviar a atenção do que realmente importa, deixando o povo desnorteado e confuso. Parecem compactuar com o que disse o primeiro diretor-geral da ANP, David Zilberstein, então no governo de Fernando Henrique Cardoso, para uma platéia de megaempresários: "O petróleo é vosso!"

Ao final do discurso, a senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) aparteou o senador Requião para defender a 11ª rodada de leilões de petróleo, dizendo que "todo o país quer o leilão" que já "deveria ter sido feito há muito tempo" e que o governo estava tendo "coragem para realizá-lo". Requião rebateu a senadora amazonense, dizendo que discorda de sua posição e de seu partido e que "esta coragem é a mesma que está privatizando os portos, aeroportos, ferrovias e estradas no país". "Não foi para isso que elegemos o PT, não foi para isso que seguimos o presidente Lula nos últimos anos. Se é para privatizar, deixem que os tucanos sabem fazer isso muito melhor", concluiu o senador paranaense.

http://www.horadopovo.com.br/2013/04Abr/3139-03-04-2013/P3/pag3a.h

Ruim é o DUDU...

Política disse...

Probus,
Obrigada pelos comentários e bons textos transcritos. Agregam boas informações e conceitos sobre o tema, úteis aos visitantes deste blog.
O "Dudu", como você menciona ao final, não é ruim. Acho-o bom. Contudo, alguém precisa alertá-lo que é muito perigoso, agora, entrar no ninho de venenosas cobras bicudas, pensando que elas são desinteressadas aliadas. Mais cedo ou mais tarde será envenenado.
Maria Tereza

Probus disse...

Maria Tereza,

TODAS as Agências REGULADORAS precisam ser FECHADAS, tal qual, o stf.
E quem INDICOU Graça FÓSTER para o lugar do Guilherme Estrela foi o MAÇON Michel TEMER.

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"...MAÇONARIA ouriçada: Quem é o MARIDO da MARIA das GRAÇAS FOSTER, nova presidenta da Petrobrás?
Eles respondem: o GRANDE IRMÃO "COLIN VAUGHAN FOSTER", GRÃOS-MESTRE Distrital da Divisão Norte da Grande Loja Unida da Inglaterra, cujo "Grand Master" é o Príncipe Edward George Nicholas Paul Patrick – primo da Rainha Elisabeth.

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"DUDU" eu conheço pessoalmente, convivi mais de dez anos com "os Alencar", parentes diretos do Miguel ARRAES de Alencar, "o Grande". E o tempo, o futuro, vai dizer que é um, e outro.
Os dois, agem igualzinho, é metafísico, é Etnia Cariri/Caeté, costumava se degustar da matéria dos inimigos em outrora passados.
Diferente da DILMA, DUDU entende muito bem de POLÍTICA (além de ECONOMIA), DUDU foi criado entre as cobras e os cobras desde bambino.

Se alguém precisa alertar o DUDU quanto às alianças, alguém precisa alertar a DILMA que esse tal de PMDB vai engessando e controlando TUDO, e quem sofre é MINHA REGIÃO, tá aí a MP dos Portos (a Privatização de SUAPE pra dar pros RÉGIOS do RIO de JANEIRO, como sempre, pra galera IMUNDA da FIRJAN), do ROUBO da CHESF pra dar ao RIO de JANEIRO, e o IPI REDUZIDO que é uma ABERRAÇÃO para com o NORDESTINO e o NORTISTA, pois BENEFICIA a Indústria PAULISTA em detrimento ao pobre e injustiçado POVO do NORTE/NORDESTE. Ora, DILMA retirou o recurso que faz parte do Fundo de Participação dos Municípios(FPM) de forma arbitrária, prejudicando as cidades do Norte e Nordeste que depende dessa verba. Tudo isso foi feito para beneficiar as indústrias automotivas de São Paulo, que é uma das prefeituras que mais deve no País."

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Então, alguém precisa "alertar" a DILMA, pois ela já está no ninho da peçonha, mais EU acho que ela é conivente e compartilha. Não vê o Paulo BERNARDO, Aloizio MERCADANTE, José EDUARDO CARDOSO, Gleisi HOFFMANN, Helena CHAGAS, Graça FÓSTER, Idelli SALVATTI, Míriam BELCHIOR... e ademais??

E o prefeito de São BERNARDO, o FACÍNORA do Luiz MARINHO, não pára de fazer LOBBY Pró-OTAN, só Celso AMORIM me salvará desta IMUNDA CUT.

Tá aí o LAAD 2013, semana que vem no RIO de Janeiro, o Sukhoi Su-35S (Tipo Exportação) estará assombrando o céu carioca com o Yak-130 e o Mil Mi-28 Hunter.

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"DIRCEU ALERTOU DILMA sobre MARIDO de GRAÇA FOSTER"

Quando FOI chefe da Casa Civil, JOSÉ DIRCEU sugeriu que a então MINISTRA de Minas e Energia, DILMA ROUSSEFF, tomasse conhecimento dos NEGÓCIOS de COLIN FOSTER, marido de GRAÇA FOSTER, na PETROBRAS...

O mundo deu voltas, GRAÇA está no PODER e TODOS os AMIGOS de JOSÉ DIRCEU foram DEMITIDOS.

http://www.brasil247.com/pt/247/economia/76021/